17 setembro 2010

Rastros de ódio

Os leitores deste blog devem ter notado que, nos últimos tempos, despencou o número de posts contra o time do Jd. Leonor. Em parte porque, um tanto marginalizados, eles reduziram os ataques oportunistas, mas especialmente porque surgiram outros – e mais maléficos – inimigos, no caso esses tantos canalhas sujos que têm despontado em virtude da maldita Copa de 2014. Acontece que é chegada a semana do Clássico do Ódio e, como se não fosse bastante, a gente diferenciada, visionária e arrojada do Jd. Leonor resolveu lançar mais um ataque ao futebol com alma.

Refiro-me ao tal filme sobre os títulos nacionais da escória leonor. Não, não vou abordar aqui os tantos roubos que permitiram algumas dessas conquistas. Não é o caso. O post diz respeito à mais recente tentativa de manipulação orquestrada por essa gente.

Qualquer clube, por escroto e desprezível que seja, tem direito de lançar seus próprios materiais de divulgação ou mesmo um filme para exaltar o que quer que seja. Vale até para o SPFW e aí a obra, é evidente, só poderia mesmo assumir caráter de ostentação, pois é só isso que sabe fazer a sub-raça alienada.

O problema todo, para além da ostentação, reside no uso que será feito desse material. Temos já um exemplo claro: a entrevista concedida pelo diretor do filme, um certo Carlos Nader, ao UOL. O texto ocupou posição de destaque na capa do portal durante a última segunda-feira. Sugiro aos senhores que tomem cuidado ao ler a matéria. Haverá momentos de ódio incontido, e eu, sem ironia, até agradeço ao tal cineasta bambi por reacender dentro de mim o sentimento que andava meio adormecido. Vamos aos pontos principais do texto:

1. “O amor pelo São Paulo é um elo, algo que passa de pai para filho.”

2. “É incrível a estrutura e organização que o time tem. A gente percebe que é real tudo aquilo de que sempre ouvimos falar.”3. “O São Paulo tem a cidade que lhe empresta o nome, é muito ético, trabalhador, esforçado.”

4. “Os títulos nunca vieram de forma fácil. Sempre foi necessário muita garra e trabalho, esforço coletivo.”

Sim, vocês leram isso. Os canalhas estão tentando reescrever a história, criando uma identidade que não existe e que contradiz tudo aquilo pelo qual são conhecidos. Pior: vão contra toda a propaganda que sempre fizeram, em uma tentativa grotesca de reconstruir a própria identidade, como se isso pudesse ser feito por imposição.

O SPFW, tido e havido como um clube arrogante, avesso aos sofrimentos e sempre disposto a mamar nas tetas do poder público, vem agora posar de entidade sofredora, tradicional e esforçada? Logo o SPFW, que ganhou terreno e estádio do poder público? Logo o SPFW, que nunca conquistou um título no último minuto, que nunca precisou da sua torcida para nada, que sempre desdenhou do sofrimento alheio? Logo o SPFW, que sempre fez o marketing das vitórias fáceis?

Logo a sub-raça alienada que tentou roubar a nossa casa? Logo a escória que foi expulsa pelos italianinhos? Logo a sub-raça alienada que fugiu de campo em 20 de setembro de 1942? Logo a sub-raça que roubou a casa do Germânia? Logo o clube de laços fraternos com o poder público? É isso mesmo?

“Ético, trabalhador e esforçado”? “Os títulos nunca vieram de forma fácil”? “Garra? Trabalho? Esforço coletivo?” Como um único cretino pode dizer tanta besteira em uma só entrevista? Como pode querer reconstruir uma identidade que é o oposto disso tudo?

Se a segunda frase que eu destaquei lá no alto (sobre organização e o caralho) procura apenas referendar os dirigentes leonores como uma gente visionária, pioneira e diferenciada, a primeira é de uma canalhice sem tamanho. Vejamos, uma vez mais: “O amor pelo São Paulo é um elo, algo que passa de pai para filho.”

Porra, tudo o que não se pode dizer da torcida do SPFC é que exista uma herança familiar. É notório que as gerações de 1992-1994 e 2005-2008 são compostas por moleques que desvirtuaram do caminho imaginado pelos pais. São moleques, muitos sem caráter, que não torcem pelo mesmo time dos pais. É uma massa gordurosa e amorfa, que só pensa no oportunismo de poder ostentar o que desconhece e que veste a camisa não de um clube de futebol, mas de uma porra de uma grife idealizada por mentes sujas.

Esqueçam, leonores. Identidade não se constrói de uma hora para a outra. E alma não se compra. Vocês são a escória do futebol, e isso não muda assim tão facilmente.

Pacaembu, 20 de setembro de 1942.
Pacaembu, 19 de setembro de 2010.

É domingo! Voltaremos ao palco da fuga do nosso inimigo e da Arrancada Heróica. É guerra! É ódio! É pela honra! E aqui é Palestra!



Silêncio até domingo. É guerra! É pra chegar bem cedo ao Pacaembu.

***

"Rastros de ódio”, o título deste post, é a tradução brasileira para o clássico “The searchers” (1956), uma obra-prima de John Ford. Sempre quis escrever algum texto que pudesse ter esse título, até porque sempre admirei a escolha do Seo Cruz pelo título “Meu ódio será tua herança” em um post particularmente inspirado contra a sub-raça alienada.

27 comentários:

Fabiano 1914 - Jundiaí disse...

AQUI É PALMEIRAS .... BICHARADA FDP .... OBRIGADO BARNESCHI, POIS ASSIM COMO VC EU ESTAVA MEIO INERTE AO ÓDIO A SUB-RAÇA, OBREIGADO POR ME DESPERTAR....



"MEU ÓDIO SERÁ TUA HERANÇA"

Japa Matayosi disse...

PERFEITO TEXTO!

OLELEEEE OLAAAALAAA SE SEGURA BIXARADA QUE O BIXO VAI PEGAR!

Anônimo disse...

Tanta coisa que você disse aí e eu não sabia. Essa é a parte ruim de ter nascido recentemente, mas nunca é tarde para se aprender ^^

Enfim...
A melhor resposta que podemos dar pra bixarada é dentro de campo.
Ou seja: Pelo amooor de Deeeus, nada de brigaa! ><
É a primeira vez que eu vou a um clássico grande e não quero me traumatizar ¬¬

José Antonio disse...

Cara, traumatizar ?
Pelo amor de Deus.
Todo mundo sabe que a sub-raça não precisa de briga pra sair correndo de um estádio !
Aliás, as únicas pessoas que estarão no pacaembu que são traumatizadas são exatamente elas, que se lembram e se borram até hoje de um outro episódio no mesmo pacaembu.

É ÓDIO !
É DOMINGO !
FORZA PALESTRA !!!!!!!!!!!!

Paty disse...

Podem contar a estorinha que quiserem, só faltou começasr com "era uma vez".São bambis e sempre serão bambis.

Anônimo disse...

Olha a estirpe dos torcedores do decadente time de verde da barra funda: "É a primeira vez que eu vou a um clássico grande e não quero me traumatizar"

Me deus, esse ai é só fazer cara feia para começar a se borrar nas calças.

O ódio é recíproco porcada, até domingo.

Rodrigo Castas

Forza Palestra disse...

Anônimo lá do alto,

A chance de briga no domingo, ao menos no entorno do estádio, é nula. A guerra é dentro de campo. O ódio é a nossa motivação. Vamos cortar a cabeça dessa escória.

Castas
Não se deixe levar por um comentário anônimo e isolado. Até domingo. É guerra!

Luiz disse...

É bem provável que o acéfalo aí de cima esteja comentando um comentário dele mesmo. É típico dessa sub-raça criar factóides para encobrir sua mediocridade.

Aliás, como o post já disse, a mentira é o maior alicerce da história delas.

Domingo é guerra! Vamos com ódio e de cara limpa pra cima delas!

Aqui é Palmeiras!!

Anônimo disse...

Tem que atropelar a bicharada no domingo !!!

É uma pena que o gladiador não estará em capo....Tava louco pra ver dando um cotovelada na cara do Ricky maldito !!!

Afinal, no Ricky sempre doe mais, né!!! hahahahahhaha

ABS,
Porco Careca

valdemir disse...

Mais um belo texto,a guerra é dentro de campo pois nunca precisamos da violencia para nos impor.A hitória mesmo nos mostra como em 1942 quando elas correram.
E para o amigo que vai a o jogo domingo que tem receio de briga,pode ficar tranquilo pois a guerra se resume apenas no campo.Agora se tiver medo nem vá pois precisamos de torcedores e não de expectadores.
Sobre o filme das meninas do Jd Leonor é um filme sem comentário pois pelo visto a história delas começa somente nos anos 90 porque antes eles não tem nada para contar.
Eu particularmente sou suspeito em elogiar os textos aqui e do Seo Cruz pois sou um seguidor.

“Meu ódio será tua herança”



FORZA PALESTRA !!!!!

José Antonio disse...

Rodrigo Castas: bambi com cara feia pra mim é bambi com vontade de dar o cu !
E quem é você para falar da estirpe de alguma torcida ? Justo você que torce pra um time que não tem alma, não tem dignidade, não tem torcida e adora mamar na pica do governo ?

MODINHA !
NOS VEMOS DOMINGO !
VAI LÁ ASSISTIR A GENTE TORCER E VENCER MAIS UMA VEZ. MAS DESSA VEZ NÃO VÃO FUGIR DO ESTÁDIO ANTES DO JOGO TERMINAR HEIN...

FORZA PALESTRAAAAAAAAAAA !!!!

Daniel disse...

é guerra!!!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Chora Porcada,ainda assim somos muito mais do que vocês seraô em toda sua existencia

Diogo Guerreiro disse...

Boa noite, apenas de postar pouco sou leitor assíduo do blog, só estou escrevendo agora por que foi o tempo que tive na semana, quando tomei gosto por futebol (5 anos) meu pai dizia que "torcia para o spfw" por ser do interior não tinha muita idéia e torcia para o Marília, após vir para SP meu Pai me levou para um jogo do PARMEIRA como ele dizia, de la para cá o Palmeiras é minha vida e antes de falecer garanto que meu pai torcia muito mais para o Palmeiras do que para o outro time.

Explicar a orgulho de ser Palmeirense, só sendo Palmeirense para saber. Meu Pai se tornou.

Concluindo, na nossa história é possível passar de Pai para filho e de filho para Pai. Não nos alienados.

Anônimo disse...

Fica claro que o motivo da raiva de alguns de vocês (não generalizo), é um enorme complexo de inferioridade, porque o São Paulo mesmo sendo mais novo, se tornou muito maior, com mais patrimônio, conquistas, mídia e torcida. Tem mais tradição e história em campeonatos brasileiros e libertadores. É o maior vencedor do campeonato paulista, na era profissional. SEM DEPENDÊNCIA DE PARCERIAS, SEM ALUGAR A CAMISA. Com muito orgulho. A mesma camisa desde 1930, sem mudanças de cores ou símbolos. Isso é preservar a tradição e o DNA vencedor, herdado do Clube Atlético Paulistano, o maior clube da era amadora. QUE HONRA!

O atestado de “pequenez” é se fazer eternamente de vítima e criar factóides, como essa história de tentativa de tomar o estádio, distribuição de panfletos, caso do gás (arquitetado por um conhecido integrante da “mancha” ), etc, etc… Nunca saiu nada disso na imprensa. Demonstre ao menos uma matéria, de FONTE INSUSPEITA, é lógico. Comprove. Eu lanço o desafio.

Nós são-paulinos, ficamos cada vez mais com pena, já que além de fregueses decadentes, não ganham um mísero título com as próprias pernas desde os anos 70, hehehe.

Perderam espaço no cenário paulista e brasileiro. Perderam prestígio. E procuram descontar naquele HISTORICAMENTE bem-sucedido, as razões das próprias mazelas e frustrações. Nos elegeram como alvo (em virtude da nossa grandeza e sucesso), o que prova que ninguém chuta cachorro morto.

Passaram RECIBO. Que vexame…

Saudações Tricolores! SOBERANO.

Anônimo disse...
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TRICOLOR SOBERANO disse...
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TRICOLOR SOBERANO disse...
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TRICOLOR SOBERANO disse...
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TRICOLOR SOBERANO disse...
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Anônimo disse...
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Forza Palestra disse...

Funciona assim: quem quer divulgar suas ideias e seus pensamentos cria seu próprio blog e dissemina o que quiser. Este espaço tem um público bem definido, e argumentações contrárias são muito bem-vindas, desde que respeitosas e que tenham um mínimo de decência. Se moleque vagabundo resolve fazer uma busca na internet e joga um monte de tranqueira aqui, vou apagar mesmo. Está feito.

Escória! Sub-raça! Lixo! Bambi sujo!

É ódio! É guerra! É domingo!

Forza Palestra disse...

Em respeito aos leitores do blog, vejam só algumas das cretinices que o moleque bambi postou nos comentários anteriores, todos já deletados:

"Enfim. Um desses mitos é que Palmeiras e São Paulo são (ou eram) inimigos. O que, como se vê, estava longe de ser verdade, mesmo naquele período complicado e traumatizante de guerra."

"E em 1942 ele se associou ao clube alemão que alugava o Canindé. Só em 1944 ele comprou o Canindé."

Vejam de que maneira os canalhas abordam o episódio da Arrancada Heróica:

"Anos antes (20/09/1942), os dois clubes haviam decidido o estadual, com o alviverde se saindo vencedor após um jogo conturbado e inconcluído (o qual merece um futuro artigo, em breve). Naquele mesmo dia, o adversário do SPFC havia adotado seu nome atual, Palmeiras. O motivo desta alteração é conhecido: o processo de nacionalização das entidades esportivas imposto pelo Governo Central."

Dá pra acreditar?

Forza Palestra disse...

Com relação ao bambi que teve seu comentário preservado, é importante fazer alguns apontamentos:

Quem distribui saudações por aí é viado! Não tem coisa mais gay que essa merda de saudações.

Ao que interessa:

O SPFW é uma entidade desprezível e artificial e não são os títulos eventualmente conquistados em determinado período que vão modificar essa história. História: eis aí uma palavra pela qual vocês têm enorme desapego, inclusive porque a desconhecem por completo. Melhor assim, não? Afinal, como justificar o apoio a uma entidade nascida a partir de uma elite suja e que, depois de ser salva da falência pelos grandes paulistas, tentou tomar a casa de outros clubes na base da pilantragem, começando ali a mamar nas tetas públicas?

É por isso que os bambis preferem não saber o que aconteceu lá atrás. Preferem não saber qual é a data de fundação do time, quem foram os fundadores, qual é a sua origem suja, o que aconteceu em 1942. É por isso que os bambis não sabem cantar o próprio hino e que desdenham do apego histórico dos outros clubes da capital.

Um bicha não pode abrir a boca para falar de história. O pouco de história que vocês têm é ignorado pela própria torcida. Aliás, chamar de torcida essa massa oportunista e amorfa é um enorme exagero.

A superioridade do Palestra se traduz nos seus títulos (também), mas essencialmente no seu espírito de resistência, na sua história de lutas, no seu estádio construído sem dinheiro e sem terreno público e no seu crescimento sem depender de sujeiras.

DNA vencedor? Sem mudanças de cores ou símbolos? Tradição? Não, isso definitivamente não pode estar saindo da mente de um bambi sujo. Identidade, sub-raça não se constrói. E a história não pode ser modificada.

Quanto aos factóides, que bom que você lembrou deles. Pois meu blog traz toda uma relação deles, incluindo o episódio do gás e mesmo os ataques criminosos que o Lance!, este boletim a serviço do SPFW, fez ao nosso estádio.

Você é cretino. Um bambi que ousa falar em história é ainda mais desprezível do que os bambis que se limitam à sua condição de sub-raça.

Domingo é guerra, sub-raça!

Luiz Romani disse...

Em resposta ao anônimo:

Complexo de inferioridade se daria se a nossa postura fosse repentina e sem base histórica, mas, felizmente, o ódio que carregamos contra vocês vem de muito tempo, do tempo em que vocês não conseguiam encher o Canindé.

A nossa história, diferente da de vocês, não começou ontem, é limpa e não precisa ser reconstruída.

No mais, sempre que discuto com gente como você, fica claro que o sonho de vocês é tomar o nosso lugar, o que demonstra quem tem o complexo de inferioridade aqui.

Pra terminar, nós jamais perdemos espaço, nossa base é sólida e indestrutível. Não vivemos de títulos, vivemos de Palmeiras.

Anônimo disse...
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