Palestra Itália, ontem à noite.
Em questão de minutos, o poste Rodrigão é derrubado duas vezes dentro da área. Mas o árbitro, fiel à determinação da CBF que proíbe a marcação de pênaltis para o Palmeiras, manda seguir. Chegamos à marca de 29 jogos sem penalidade a favor, sendo que ao menos cinco aconteceram.
Mineirão, duas horas depois.
Tardelli sinaliza três minutos de acréscimo. 45 + 3 = 48. Falta para o Santos. O relógio aponta 48 minutos e 45 segundos. Tempo esgotado. Tardelli manda o lance seguir. Gol dos caras. Dois pontos de presente, já fora do tempo de jogo.
De presente para o apático time da Baixada vieram também dois pontos contra o Vasco, no final de semana último.
Assim como o que eles arrancaram no Palestra (e os dois que tiraram de nós), ainda no clássico do primeiro turno.
E ninguém fala nada.
A exemplo do SPFC, o Santos vai sendo empurrado para cima.
E o Palmeiras, para baixo.
Com um time ruim e sem ataque, com uma diretoria que joga contra e com a arbitragem que já nos surrupiou pelo menos 7 pontos, fica difícil brigar pela Libertadores...
Palmeiras, contra tudo e contra todos!
***
*Mesmo com o ingresso a R$ 30, tivemos 8.980 pagantes - apenas o terceiro público abaixo de 10 mil no ano. É a prova maior de que a torcida faz questão de comparecer, seja qual for a situação. Basta a diretoria não jogar contra.
04 outubro 2007
02 outubro 2007
R$ 30!?
Caros palestrinos (e não só),
No momento em que o Palmeiras mais precisa do nosso apoio, com 6 jogos em casa dos 10 restantes, vem a nossa diretoria e joga o preço dos ingressos de arquibancada de R$ 20 para R$ 30.
R$ 30!!!
A essa altura do campeonato!?
Sem que o trabalhador tenha ainda recebido seu salário!?
Numa decisão contra o Náutico!?
Às 19h30!?
O que estão querendo?
O que está por trás disso?
Seria uma tentativa de afastar de vez o torcedor, que, por sinal, tem sido por demais teimoso ao proporcionar ao Palmeiras a melhor média de público entre os clubes paulistas neste ano?
Se for, por quê?
Por medo da pressão?
Ou pra reduzir ainda mais as nossas chances de Libertadores?
Seja como for, não há justificativa lógica. O nosso ingresso, que já era o mais caro entre os clubes paulistas, é agora incomprável!
Difícil de acreditar que isso está acontecendo...
***
Certo cidadão corintiano reclamou recentemente, por ocasião do Palmeiras x SCCP, dos R$ 20 cobrados pela arquibancada. Isso porque os nossos maiores rivais ainda pagam R$ 15 por um pedaço de cimento (ou de plástico, como queiram). E eu expliquei que já pagamos este valor há mais de dois anos. O que dizer agora?
***
Apenas para ratificar o escrito acima: os torcedores do SCCP pagam R$ 15; nós vamos pagar R$ 30, o dobro! Como explicar isso?
No momento em que o Palmeiras mais precisa do nosso apoio, com 6 jogos em casa dos 10 restantes, vem a nossa diretoria e joga o preço dos ingressos de arquibancada de R$ 20 para R$ 30.
R$ 30!!!
A essa altura do campeonato!?
Sem que o trabalhador tenha ainda recebido seu salário!?
Numa decisão contra o Náutico!?
Às 19h30!?
O que estão querendo?
O que está por trás disso?
Seria uma tentativa de afastar de vez o torcedor, que, por sinal, tem sido por demais teimoso ao proporcionar ao Palmeiras a melhor média de público entre os clubes paulistas neste ano?
Se for, por quê?
Por medo da pressão?
Ou pra reduzir ainda mais as nossas chances de Libertadores?
Seja como for, não há justificativa lógica. O nosso ingresso, que já era o mais caro entre os clubes paulistas, é agora incomprável!
Difícil de acreditar que isso está acontecendo...
***
Certo cidadão corintiano reclamou recentemente, por ocasião do Palmeiras x SCCP, dos R$ 20 cobrados pela arquibancada. Isso porque os nossos maiores rivais ainda pagam R$ 15 por um pedaço de cimento (ou de plástico, como queiram). E eu expliquei que já pagamos este valor há mais de dois anos. O que dizer agora?
***
Apenas para ratificar o escrito acima: os torcedores do SCCP pagam R$ 15; nós vamos pagar R$ 30, o dobro! Como explicar isso?
01 outubro 2007
Eu desisto
O fiasco de ontem foi a gota d'água.
Eu desisto de sonhar com a Libertadores.
Time sem saldo de gols e sem atacantes tem mais é que disputar a Copa do Brasil e a Sul-americana - e olhe lá!
Peço desculpas pela exaltação, mas o espetáculo deprimente lá de Natal acabou com o pouco da paciência que eu ainda tinha.
Como eu não quero sofrer ainda mais pela incompetência dos outros, desisto de torcer pela Libertadores.
Estarei, é claro, em todos os jogos, mas só porque me obrigo a tal.
Como tudo dá errado para o Palmeiras (esta do Martinez é só mais um exemplo), melhor evitar sonhos e devaneios.
E, já que a última vaga deve mesmo ficar com o apático e desinteressado time da Baixada, o jeito é torcer logo para que este ano maldito - mais um! - chegue ao fim o mais rápido possível.
MALDITOS PONTOS CORRIDOS!
Eu desisto de sonhar com a Libertadores.
Time sem saldo de gols e sem atacantes tem mais é que disputar a Copa do Brasil e a Sul-americana - e olhe lá!
Peço desculpas pela exaltação, mas o espetáculo deprimente lá de Natal acabou com o pouco da paciência que eu ainda tinha.
Como eu não quero sofrer ainda mais pela incompetência dos outros, desisto de torcer pela Libertadores.
Estarei, é claro, em todos os jogos, mas só porque me obrigo a tal.
Como tudo dá errado para o Palmeiras (esta do Martinez é só mais um exemplo), melhor evitar sonhos e devaneios.
E, já que a última vaga deve mesmo ficar com o apático e desinteressado time da Baixada, o jeito é torcer logo para que este ano maldito - mais um! - chegue ao fim o mais rápido possível.
MALDITOS PONTOS CORRIDOS!
26 setembro 2007
A batalha por um ingresso
Pouco mais de 18 mil pessoas pagaram para ver a vitória do Palmeiras sobre o SCCP, no domingo. Se é quase nada diante do que representa o clássico, muito se deve à fase dos times e, em grande medida, à transmissão ao vivo na TV aberta. Também se fala por aí da suposta violência, mas o que ninguém leva em conta é o impacto da recente decisão de não mais vender ingressos em dias de clássicos.
Não poucos torcedores chegam de mãos abanando ao Morumbi. Opções: 1. alimentar a máfia dos cambistas; 2. voltar para casa.
Restringir a venda de bilhetes no dia do jogo é uma solução que não se explica de modo algum, ao menos não nos moldes atuais.
Não à toa, foi tomada na base da pressão de parte da imprensa esportiva (justamente aquela que nunca chegou perto de uma bilheteria) e do 2º BP Choque.
O argumento é: evitar tumultos e brigas no lado externo.
Rebater é fácil: não há sequer um registro de briga, tumulto ou confusão envolvendo torcedores que compravam ingresso pouco antes de qualquer jogo, clássico ou não. O que existe é incompetência dos clubes e das empresas responsáveis pela venda, as tais BWA e Ingresso Fácil, que merecem prêmios pela extrema incapacidade em executar o que delas se espera.
Confusões já foram vistas em grandes eventos, em finais de campeonato, e é sempre na venda antecipada. Culpa de quem deveria ser responsável pela organização e pela logística do negócio.
Organização? Logística? Planejamento?
Já que falta competência para tanto, é mais fácil botar a culpa no torcedor, que, como sempre, assume o prejuízo.
Se querem institucionalizar a venda antecipada de ingressos, que dêem ao torcedor condições para adquirir os tais bilhetes.
O que não se pode é esperar que o povo seja submetido ao burocrático horário de vendas, aos locais nada acessíveis, aos prazos exíguos, às informações desencontradas e, o pior de tudo, às filas ocasionadas pelo 'genial' sistema da Ingresso Fácil.
Com tudo isso jogando contra, é revoltante ouvir os que defendem a venda antecipada de ingressos como forma de combater a violência (que violência?) nos estádios.
Enquanto sobrarem incompetência e hipocrisia, vai faltar público.
***
Enquete:
O que é mais negócio para os cambistas?
1. Jogos Nestlé?
2. Clássicos sem ingresso na hora?
Não poucos torcedores chegam de mãos abanando ao Morumbi. Opções: 1. alimentar a máfia dos cambistas; 2. voltar para casa.
Restringir a venda de bilhetes no dia do jogo é uma solução que não se explica de modo algum, ao menos não nos moldes atuais.
Não à toa, foi tomada na base da pressão de parte da imprensa esportiva (justamente aquela que nunca chegou perto de uma bilheteria) e do 2º BP Choque.
O argumento é: evitar tumultos e brigas no lado externo.
Rebater é fácil: não há sequer um registro de briga, tumulto ou confusão envolvendo torcedores que compravam ingresso pouco antes de qualquer jogo, clássico ou não. O que existe é incompetência dos clubes e das empresas responsáveis pela venda, as tais BWA e Ingresso Fácil, que merecem prêmios pela extrema incapacidade em executar o que delas se espera.
Confusões já foram vistas em grandes eventos, em finais de campeonato, e é sempre na venda antecipada. Culpa de quem deveria ser responsável pela organização e pela logística do negócio.
Organização? Logística? Planejamento?
Já que falta competência para tanto, é mais fácil botar a culpa no torcedor, que, como sempre, assume o prejuízo.
Se querem institucionalizar a venda antecipada de ingressos, que dêem ao torcedor condições para adquirir os tais bilhetes.
O que não se pode é esperar que o povo seja submetido ao burocrático horário de vendas, aos locais nada acessíveis, aos prazos exíguos, às informações desencontradas e, o pior de tudo, às filas ocasionadas pelo 'genial' sistema da Ingresso Fácil.
Com tudo isso jogando contra, é revoltante ouvir os que defendem a venda antecipada de ingressos como forma de combater a violência (que violência?) nos estádios.
Enquanto sobrarem incompetência e hipocrisia, vai faltar público.
***
Enquete:
O que é mais negócio para os cambistas?
1. Jogos Nestlé?
2. Clássicos sem ingresso na hora?
24 setembro 2007
Nem parecia clássico...
Foi tamanha a inoperância dos torcedores do SCCP ontem à tarde que a maioria verde nem se sentiu ameaçada. O Morumbi assistiu a um clássico de um time só, de pressão única, de semi-massacre na etapa inicial. Ficou barato, e só foi assim pelo goleiro dos caras, que evitou gols e mais gols nossos ainda na primeira metade. O 1 a 0, placar mais bonito do futebol, foi pouco diante do que se viu em campo.
E a estranha ausência de 'medo' neste dérbi tem a ver também com o estranho conformismo do lado alvinegro da arquibancada. Não houve protesto, tampouco revolta, pela derrota. A torcida parecia reflexo do time. Ao final dos 90 minutos, a festa palestrina contrastava com um êxodo quase silencioso do outro lado. Quando não, era uma estranha celebração, quase uma tentativa de demonstrar apoio incondicional, pouco importando o que se passava no campo.
Postura nobre, é verdade, mas pouco condizente com o momento.
De nossa parte, belo espetáculo com as faixas italianas no laranja, apesar do pequeno público presente (e aqui registrem-se a transmissão direta para SP e as bilheterias fechadas; volto a escrever sobre isso durante a semana).
Ao final, alegria e alívio pela terceira vitória seguida, mais uma sem sofrer gols. E a constatação de que não é o caso de evocar uma vitória épica. Faltou adversário para tanto.
***
CHUPA, VITOR!
45 minutos da etapa final. Na base do desespero, os alvinegros partem em busca do empate. A bola é erguida na nossa área e sobra para Finazzi, o ogro, no bico da pequena área. Antes da finalização, ele desvia o olhar para o canto direito alto do setor laranja. Lá no alto, o assassino de duendes observa a movimentação de seu ídolo maior. Olhos vidrados, lágrimas quase rolando pela face.
O craque-ogro prepara a finalização. Em uma fração de segundos, fixa o olhar naquele cidadão que exterminara duendes, sapinhos e cogumelos na madrugada anterior. E manda o recado: "Esta é pra você, meu fã número um". Emoção na arquibancada. O matador implacável de criaturas míticas sente que se aproxima o momento da consagração. O resto é história...
E a estranha ausência de 'medo' neste dérbi tem a ver também com o estranho conformismo do lado alvinegro da arquibancada. Não houve protesto, tampouco revolta, pela derrota. A torcida parecia reflexo do time. Ao final dos 90 minutos, a festa palestrina contrastava com um êxodo quase silencioso do outro lado. Quando não, era uma estranha celebração, quase uma tentativa de demonstrar apoio incondicional, pouco importando o que se passava no campo.
Postura nobre, é verdade, mas pouco condizente com o momento.
De nossa parte, belo espetáculo com as faixas italianas no laranja, apesar do pequeno público presente (e aqui registrem-se a transmissão direta para SP e as bilheterias fechadas; volto a escrever sobre isso durante a semana).
Ao final, alegria e alívio pela terceira vitória seguida, mais uma sem sofrer gols. E a constatação de que não é o caso de evocar uma vitória épica. Faltou adversário para tanto.
***
CHUPA, VITOR!
45 minutos da etapa final. Na base do desespero, os alvinegros partem em busca do empate. A bola é erguida na nossa área e sobra para Finazzi, o ogro, no bico da pequena área. Antes da finalização, ele desvia o olhar para o canto direito alto do setor laranja. Lá no alto, o assassino de duendes observa a movimentação de seu ídolo maior. Olhos vidrados, lágrimas quase rolando pela face.
O craque-ogro prepara a finalização. Em uma fração de segundos, fixa o olhar naquele cidadão que exterminara duendes, sapinhos e cogumelos na madrugada anterior. E manda o recado: "Esta é pra você, meu fã número um". Emoção na arquibancada. O matador implacável de criaturas míticas sente que se aproxima o momento da consagração. O resto é história...
21 setembro 2007
É domingo!
Domingo é o dia! O Clássico dos Clássicos não tem favorito, como sempre. É o tal respeito à tradição do dérbi, algo que deveria ser levado mais a sério por uns e outros. De toda forma, é de se esperar que transcorra em paz. É jogo pra 22 mil, se tanto, e a culpa maior é da transmissão em TV aberta para a capital.
Vamos pra cima deles!
14h lá no alto (e não na praça, por motivos óbvios).
***
Detalhe: em caso de vitória, Fernando, o Galuppo, prometeu pagar todas as dívidas de pernil acumuladas ao longo de anos.
Vamos pra cima deles!
14h lá no alto (e não na praça, por motivos óbvios).
***
Detalhe: em caso de vitória, Fernando, o Galuppo, prometeu pagar todas as dívidas de pernil acumuladas ao longo de anos.
20 setembro 2007
A Arrancada Heróica

20 de setembro de 1942.
Pacaembu, São Paulo/SP.
Arrancada Heróica.
Se eu pudesse voltar no tempo uma única vez, seria este o dia.
Dia em que o Palmeiras nasceu campeão.
Dia em que despontou o Campeão do Século XX.
***
Trata-se de um dos capítulos mais gloriosos do Palestra/ Palmeiras. E a história está nos links a seguir, por obra do amigo Márcio Trevisan:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
14 setembro 2007
14/09/1942: do Palestra ao Palmeiras
Pacaembu x Interior
Amigos,
Ficaremos sem o Palestra Itália durante os três primeiros meses de 2008, período necessário para que o gramado, antigo e alvo de reclamações constantes, seja totalmente substituído.
Não entendo nada do assunto, mas o prazo de quatro meses me parece por demais extenso.
De toda forma, a informação está, com exclusividade, no site da Ponto Verde, dos amigos Márcio Trevisan, meu ex-chefe, e Maurício Rito:
AQUI.
Notícia nada boa, não por ela, mas por possíveis conseqüências.
A solução, meus caros, deveria ser simples: Pacaembu.
Assim foi por muitas e muitas décadas.
Nenhum time tem resultados tão bons no estádio municipal.
O problema todo é que covardes da nossa diretoria (incluindo o banana que ocupa o cargo de presidente) defendem a opção de mandar jogos no maldito interior.
Até quando teremos de conviver com essa pataquada?
Ficaremos sem o Palestra Itália durante os três primeiros meses de 2008, período necessário para que o gramado, antigo e alvo de reclamações constantes, seja totalmente substituído.
Não entendo nada do assunto, mas o prazo de quatro meses me parece por demais extenso.
De toda forma, a informação está, com exclusividade, no site da Ponto Verde, dos amigos Márcio Trevisan, meu ex-chefe, e Maurício Rito:
AQUI.
Notícia nada boa, não por ela, mas por possíveis conseqüências.
A solução, meus caros, deveria ser simples: Pacaembu.
Assim foi por muitas e muitas décadas.
Nenhum time tem resultados tão bons no estádio municipal.
O problema todo é que covardes da nossa diretoria (incluindo o banana que ocupa o cargo de presidente) defendem a opção de mandar jogos no maldito interior.
Até quando teremos de conviver com essa pataquada?
Que justiça é esta?
O reserva do goleiro de hóquei fez o que fez e pegou um único jogo de suspensão. Por muito menos, Vampeta pegou a mesma pena. Por menos ainda, dois de nossos atletas - Edmundo, incluso - pegaram dois jogos.
Ou seja, o cara fez tudo o que fez, em uma descarada tentativa de prejudicar o Palmeiras, e (quase) nada acontece?
Enquanto isso, Valdívia, com dores nas costas, desfalca o Palmeiras mais uma vez - a quarta. O canalha que o contundiu sequer foi a julgamento. Está aí, como se nada tivesse acontecido.
E a Justiça Desportiva faz o que quer, como e quando bem entende. Prevalecem os interesses de bastidores.
Pouca diferença faz se o tal goleiro/ator pegar um ou 20 jogos, pois ele é um come-dorme dos mais vagabundos, mas o fato é que a diretoria do Palmeiras age bem ao recorrer da decisão do STJD.
Pode não dar em nada, mas é essencial a manutenção deste clima beligerante contra o nosso inimigo.
***
Sobre isso, mais aqui, aqui e aqui.
Ou seja, o cara fez tudo o que fez, em uma descarada tentativa de prejudicar o Palmeiras, e (quase) nada acontece?
Enquanto isso, Valdívia, com dores nas costas, desfalca o Palmeiras mais uma vez - a quarta. O canalha que o contundiu sequer foi a julgamento. Está aí, como se nada tivesse acontecido.
E a Justiça Desportiva faz o que quer, como e quando bem entende. Prevalecem os interesses de bastidores.
Pouca diferença faz se o tal goleiro/ator pegar um ou 20 jogos, pois ele é um come-dorme dos mais vagabundos, mas o fato é que a diretoria do Palmeiras age bem ao recorrer da decisão do STJD.
Pode não dar em nada, mas é essencial a manutenção deste clima beligerante contra o nosso inimigo.
***
Sobre isso, mais aqui, aqui e aqui.
12 setembro 2007
Olha só quem está falando...
Do Painel FC de hoje:
Dividida
"Acho fantasioso. Está parecendo uma tentativa de encontrar um meio para o poder público entrar nessa área".
Do assessor da presidência do São Paulo JOÃO PAULO DE JESUS LOPES, sobre o projeto de estádio corintiano para a Copa-2014
Dividida
"Acho fantasioso. Está parecendo uma tentativa de encontrar um meio para o poder público entrar nessa área".
Do assessor da presidência do São Paulo JOÃO PAULO DE JESUS LOPES, sobre o projeto de estádio corintiano para a Copa-2014
11 setembro 2007
13 jogos para definir 2008
Pouco interessa agora fazer comentários sobre os dois últimos jogos. Muito tempo se passou e, como eu estive no Rio durante o feriado e só cheguei ao Palestra a tempo de ver a vitória sobre o Goiás, é besteira tecer análises pormenorizadas sobre quinta e domingo.
Gostaria apenas de registrar nossa excursão pelo complexo do Alemão (até o Luydy sabe que era a única maneira de chegarmos a tempo no Maraca), o encontro com o amigo vascaíno Julio César (valeu pela presença em solo sagrado!) e a não tão desagradável experiência de assistir ao jogo das cadeiras azuis (pensei que seria pior).
De resto, os quatro pontos obtidos (e os dois arrancados do Bostafogo) nos credenciam a brigar de igual para igual pelas duas vagas restantes na Copa Libertadores/2008. De agora em diante, são 13 jogos para definir como será o próximo ano:
16.09 dom. 16h Atlético/PR x Palmeiras – Arena da Baixada
23.09 dom. 16h Palmeiras x SCCP/SP – Morumbi
30.09 dom. 18h10 América/RN x Palmeiras – Machadão
03.10 qua. 19h30 Palmeiras x Náutico/PE – Palestra
06.10 sáb. 18h10 Palmeiras x Grêmio/RS – Palestra
14.10 dom. 16h Santos/SP x Palmeiras – Vila Belmiro
21.10 dom. 16h Palmeiras x Paraná/PR – Palestra
28.10 dom. 16h Vasco/RJ x Palmeiras – São Januário
31.10 qua. 20h30 Palmeiras x Juventude/RS – Palestra
04.11 dom. 15h Sport Recife/PE x Palmeiras – Ilha do Retiro
11.11 dom. 15h Palmeiras x Fluminense/RJ – Palestra
25.11 dom. 15h Internacional/RS x Palmeiras – Beira-Rio
02.12 dom. 15h Palmeiras x Atlético/MG - Palestra
Gostaria apenas de registrar nossa excursão pelo complexo do Alemão (até o Luydy sabe que era a única maneira de chegarmos a tempo no Maraca), o encontro com o amigo vascaíno Julio César (valeu pela presença em solo sagrado!) e a não tão desagradável experiência de assistir ao jogo das cadeiras azuis (pensei que seria pior).
De resto, os quatro pontos obtidos (e os dois arrancados do Bostafogo) nos credenciam a brigar de igual para igual pelas duas vagas restantes na Copa Libertadores/2008. De agora em diante, são 13 jogos para definir como será o próximo ano:
16.09 dom. 16h Atlético/PR x Palmeiras – Arena da Baixada
23.09 dom. 16h Palmeiras x SCCP/SP – Morumbi
30.09 dom. 18h10 América/RN x Palmeiras – Machadão
03.10 qua. 19h30 Palmeiras x Náutico/PE – Palestra
06.10 sáb. 18h10 Palmeiras x Grêmio/RS – Palestra
14.10 dom. 16h Santos/SP x Palmeiras – Vila Belmiro
21.10 dom. 16h Palmeiras x Paraná/PR – Palestra
28.10 dom. 16h Vasco/RJ x Palmeiras – São Januário
31.10 qua. 20h30 Palmeiras x Juventude/RS – Palestra
04.11 dom. 15h Sport Recife/PE x Palmeiras – Ilha do Retiro
11.11 dom. 15h Palmeiras x Fluminense/RJ – Palestra
25.11 dom. 15h Internacional/RS x Palmeiras – Beira-Rio
02.12 dom. 15h Palmeiras x Atlético/MG - Palestra
Considerando possíveis derrotas para Santos, Vasco e Internacional (até pelo histórico) - e talvez mais uma (Sport ou Atlético/PR) -, o segredo é deixar de lado os empates bobos (em casa e fora). A definição virá na capacidade de marcar três pontos (caso do Santos, com uma campanha 13-3-9. Bizarro, mas eficiente).
Até concordo que é legal ter o equilíbrio de uma campanha 11-7-7, mas é exatamente por causa destes empates que não conseguimos abrir vantagem alguma.
Como a tabela que temos pela frente é bastante favorável, não vejo exagero em sonhar com mais oito vitórias (SCCP, América/RN, Náutico, Grêmio, Paraná, Juventude, Fluminense e Galo, por exemplo). O que vier além disso é lucro, e dá até para considerar um provável tropeço; sete vitórias podem ser o suficiente.
A considerar o prognóstico 7-3-3 nos jogos restantes, fecharíamos o ano com um bom 18-10-10.
Pelas minhas contas, 64 pontos é o que basta para chegarmos lá.
Isso leva a crer que os jogos contra Santos e Vasco (confrontos diretos, fora) e contra o Atlético/PR agora (pela afirmação e porque já passou da hora de marcarmos gols lá) são fundamentais.
De resto, é bom ressaltar que não podemos contar com o saldo de gols. A Libertadores/2008 depende dos pontos que ganharmos.
Vamos que dá, Palmeiras!
***
Pra fechar:
1. É impressionante! Bastam duas atuações boas para o azar logo tirar Edmundo de combate. A sorte continua do lado errado da história. Fica a torcida para ele voltar antes do dia 23.
2. Curitiba, domingo. Quem fecha?
3. Rio, 28/10 (contra o Vasco). Quem vai?
Até concordo que é legal ter o equilíbrio de uma campanha 11-7-7, mas é exatamente por causa destes empates que não conseguimos abrir vantagem alguma.
Como a tabela que temos pela frente é bastante favorável, não vejo exagero em sonhar com mais oito vitórias (SCCP, América/RN, Náutico, Grêmio, Paraná, Juventude, Fluminense e Galo, por exemplo). O que vier além disso é lucro, e dá até para considerar um provável tropeço; sete vitórias podem ser o suficiente.
A considerar o prognóstico 7-3-3 nos jogos restantes, fecharíamos o ano com um bom 18-10-10.
Pelas minhas contas, 64 pontos é o que basta para chegarmos lá.
Isso leva a crer que os jogos contra Santos e Vasco (confrontos diretos, fora) e contra o Atlético/PR agora (pela afirmação e porque já passou da hora de marcarmos gols lá) são fundamentais.
De resto, é bom ressaltar que não podemos contar com o saldo de gols. A Libertadores/2008 depende dos pontos que ganharmos.
Vamos que dá, Palmeiras!
***
Pra fechar:
1. É impressionante! Bastam duas atuações boas para o azar logo tirar Edmundo de combate. A sorte continua do lado errado da história. Fica a torcida para ele voltar antes do dia 23.
2. Curitiba, domingo. Quem fecha?
3. Rio, 28/10 (contra o Vasco). Quem vai?
05 setembro 2007
A última da arbitragem
Embora com enorme atraso, é bom perceber que nossa diretoria se manifestou e agiu contra as arbitragens. Ainda que tardio, é um começo. O sujeito que atende pelo nome de Wilson de Souza Mendonça ainda se sentiu no direito de escrever suas cretinices na súmula, mas isso pouco importa.
É de se esperar apenas que este cidadão nunca mais coloque os pés na nossa casa - como prometido pelo Toninho - e, mais ainda, que nunca mais apite um jogo nosso.
As justificativas são muitas, e são bem maiores do que o simples erro (?) do último domingo.
É a última vez que escrevo sobre isso.
É de se esperar apenas que este cidadão nunca mais coloque os pés na nossa casa - como prometido pelo Toninho - e, mais ainda, que nunca mais apite um jogo nosso.
As justificativas são muitas, e são bem maiores do que o simples erro (?) do último domingo.
É a última vez que escrevo sobre isso.
Depois do desmatamento
FSP, ontem, coluna do Daniel Castro:
BOLA MURCHA 1Uma ala da Globo já defende que a emissora repense os altos investimentos que faz no futebol. Alguns executivos acham até que a rede deve abrir mão do Campeonato Brasileiro, caso o torneio passe a custar quase R$ 500 milhões por ano, devido ao assédio da Record.
BOLA MURCHA 2O que mais desanima os antifutebol da Globo é a queda de audiência. No começo desta década, os jogos dos domingos beiravam os 30 pontos. Agora, dificilmente passam dos 20. Avalia-se que isso se deve à falta de credibilidade e à fuga de craques para a Europa.
A Rede Globo tanto desmatou o esporte que agora cogita abandoná-lo. Anos e anos de atitude predatória foram suficientes para diminuir a audiência, mas não para que seus executivos reconhecessem a parcela de culpa que compete à emissora. E ainda vêm falar em "altos investimentos"? É muita cara-de-pau.
Se realmente forem ficar de fora, é uma vitória para o futebol!
Aliás, deixo aqui uma rápida pesquisa:
Na sua opinião, qual invenção mais contribuiu para o desmatamento?
a. sábado, 21h45
b. sábado/domingo, 18h10
c. o (recente) fim do horário de sábado, 16h
d. quarta-feira, 21h45 (e já chegou até 22h)
e. domingo, 11h
BOLA MURCHA 1Uma ala da Globo já defende que a emissora repense os altos investimentos que faz no futebol. Alguns executivos acham até que a rede deve abrir mão do Campeonato Brasileiro, caso o torneio passe a custar quase R$ 500 milhões por ano, devido ao assédio da Record.
BOLA MURCHA 2O que mais desanima os antifutebol da Globo é a queda de audiência. No começo desta década, os jogos dos domingos beiravam os 30 pontos. Agora, dificilmente passam dos 20. Avalia-se que isso se deve à falta de credibilidade e à fuga de craques para a Europa.
A Rede Globo tanto desmatou o esporte que agora cogita abandoná-lo. Anos e anos de atitude predatória foram suficientes para diminuir a audiência, mas não para que seus executivos reconhecessem a parcela de culpa que compete à emissora. E ainda vêm falar em "altos investimentos"? É muita cara-de-pau.
Se realmente forem ficar de fora, é uma vitória para o futebol!
Aliás, deixo aqui uma rápida pesquisa:
Na sua opinião, qual invenção mais contribuiu para o desmatamento?
a. sábado, 21h45
b. sábado/domingo, 18h10
c. o (recente) fim do horário de sábado, 16h
d. quarta-feira, 21h45 (e já chegou até 22h)
e. domingo, 11h
03 setembro 2007
Ataque e defesa
Vejam que curioso:
1. A melhor defesa do campeonato contou com a ajuda da arbitragem para não sofrer ao menos um gol do Palmeiras. Aliás, o gol aconteceu, mas foi covardemente anulado. E agora há quem tenha coragem de comemorar um recorde que só existe graças a um terrível erro (?) de arbitragem.
2. O melhor ataque do campeonato só prevaleceu depois da palhaçada - mais uma - do pobre diabo Mendonça. Antes do roubo, o Palmeiras já tinha colocado uma bola na trave e poderia até mesmo reclamar de um pênalti. Poderia, vejam só, não fosse a nova regra do futebol, que proíbe pênaltis a favor do Palmeiras. Depois disso, da bola na trave e da expulsão, aconteceu o que se viu...
Assim fica fácil...
***
Por sinal, é bom notar que:
1a. No Mineirão, o Palmeiras foi roubado contra o Cruzeiro.
1b. No Mineirão, o SPFC foi ajudado contra o Cruzeiro.
2a. Em Curitiba, o Palmeiras foi roubado diante do Paraná.
2b. Em Curitiba, o SPFC foi ajudado contra o Paraná.
3a. Em SP, o Palmeiras foi roubado diante do Inter.
3b. Em SP, o SPFC foi ajudado contra o Inter.
Isso tudo sem falar no confronto direto.
Assim fica ainda mais fácil liderar, não?
1. A melhor defesa do campeonato contou com a ajuda da arbitragem para não sofrer ao menos um gol do Palmeiras. Aliás, o gol aconteceu, mas foi covardemente anulado. E agora há quem tenha coragem de comemorar um recorde que só existe graças a um terrível erro (?) de arbitragem.
2. O melhor ataque do campeonato só prevaleceu depois da palhaçada - mais uma - do pobre diabo Mendonça. Antes do roubo, o Palmeiras já tinha colocado uma bola na trave e poderia até mesmo reclamar de um pênalti. Poderia, vejam só, não fosse a nova regra do futebol, que proíbe pênaltis a favor do Palmeiras. Depois disso, da bola na trave e da expulsão, aconteceu o que se viu...
Assim fica fácil...
***
Por sinal, é bom notar que:
1a. No Mineirão, o Palmeiras foi roubado contra o Cruzeiro.
1b. No Mineirão, o SPFC foi ajudado contra o Cruzeiro.
2a. Em Curitiba, o Palmeiras foi roubado diante do Paraná.
2b. Em Curitiba, o SPFC foi ajudado contra o Paraná.
3a. Em SP, o Palmeiras foi roubado diante do Inter.
3b. Em SP, o SPFC foi ajudado contra o Inter.
Isso tudo sem falar no confronto direto.
Assim fica ainda mais fácil liderar, não?
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