25 abril 2006

LUTAR! ATÉ O FIM!

Os jogadores que aí estão certamente não merecem o nosso apoio. Nem o ex-treinador (já foi tarde!). Tampouco a incompetente diretoria. Nenhum deles. Mas a camisa merece. O estádio Palestra Itália mais ainda. Bem como os quase 92 anos de uma história gloriosa e ilibada. O Palmeiras, o grande Palmeiras, é merecedor de todo o nosso apoio. De toda a dedicação de que é capaz um ser humano.

Não é hora de esmorecer.
O momento é de união. De fé.

A fé que tiramos sabe-se lá de onde. Que vem repleta de irracionalidade, mas essencialmente de amor. Do mais puro amor. Do sentimento mais belo que pode existir por um clube, por um símbolo, por um ideal. A fé que nos leva a acreditar no inacreditável. Que nos leva a considerar possível o que não é. Que nos leva a sonhar com o irreal.


Nunca estivemos tão fragilizados, com o orgulho tão arranhado. Mas é nos piores momentos que faz diferença a tal união. E é ela que nos dá o poder de ser.

Sim, podemos morrer.
E é o mais provável.
Mas morreremos juntos.
Lutando.
Com dignidade.

Morreremos no campo de batalha.
Contra o pior inimigo.
De pé.
Amando.
E odiando.

Mas podemos também renascer...

O futebol nos permite sonhar.
Mais do que ele, o Palmeiras.

O Campeão do Século.
O maior entre os maiores.
O grande Palestra Itália.

Aquele que nunca fugiu à luta!
E que nunca o fará!

Será – se for – o renascimento mais belo de que se tem notícia. E não o será pelos homens que aí estão, mas pelas 11 camisas verdes. Camisas que, Nelson Rodrigues sempre teve razão, podem um dia jogar sozinhas.

E este improvável renascimento seria tão belo quanto a história que emoldura nossas poucas, mas sinceras, esperanças.

Difícil acreditar, mas faremos a parte que nos cabe.

Perservar!
Lutar!
Não desistir!
Resistir!

Porque nós somos Palmeiras!

E enquanto houver Palmeiras, haverá esperança!

***

Amigo palmeirense,

Não vou fazer apelo algum pela sua presença. Vai da consciência de cada um. Do comprometimento. Do amor à camisa. Da vergonha na cara. Da dignidade que não se abala por nada.

Dizer que é obrigação? Não, já cansei.
Faço apenas um pedido – e ele contradiz tudo o que sempre preguei:

Deixe o ódio em casa. Caberá aos nossos inimigos o desprezo a que eles fazem jus. Esqueçamos, pois, que estaremos diante do que existe de mais podre na face da Terra. Esqueçamos, ao menos por uma noite. Mais importante que tudo é o Palmeiras.

Leve, portanto, todo o seu amor pelo Alviverde Imponente.
E só isso! É o que basta!

***

Até o horário, estúpido que é, joga contra!

7 comentários:

Anônimo disse...

Boa Barneschi.Continue escrevendo seus textos du caralho.Grande abraço.

Pedro Pellegrino disse...

Ops,foi como anônimo o comentário acima.Forza Verdão.

darkness disse...

bem melhor que o outro, barney... só precisa melhorar nas idéias

Marcel disse...

Barneschi, acabei de ver...

http://www.riverplate.com/es/news/reader.php?articleid=789

hahahah

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