28 fevereiro 2011

A modernidade leonor

Daqui a cinco, 10 ou 20 anos, durante qualquer jogo antecedido ou ocorrido em meio a tempestades como a de ontem, um de nós haverá de comentar: “Mas aquela tarde contra o SPFC no Jd. Leonor foi ainda pior...”. Sim, porque todos os que estivemos por lá na tarde do último domingo participamos de um acontecimento que pode se equiparar a outras tardes memoráveis do torrencial verão paulista. De imediato, consigo me lembrar do Palmeiras 3-1 SCCP de 1998, do Palmeiras 2-1 Fluminense de 1999, do São Caetano 1-2 Palmeiras de 2007... e peço ajuda aos senhores para lembrar de outros.

São jogos que serão sempre associados a grandes tempestades. A maioria pode nem se lembrar dos gols ou dos resultado, mas todos terão lembranças da chuva. A de ontem, por exemplo, teve lá suas particularidades. Bem antes da partida, por volta das 14h, a chuva pareceu descer a Giovanni Gronchi em nossa direção. Não deve ser impressão minha, e os amigos que por ali estavam podem me corrigir, mas a água pareceu descer a avenida, permitindo ainda que alguns corressem em direção ao estádio para escapar dela. De nada adiantou, uma vez que os bravos e valorosos homens do 2º BP Choque não permitiram o acesso à arquibancada.

Lá fora ficamos, alguns abrigados perto da bilheteria do visitante (aquela merda ainda funciona?), outros no ponto de ônibus, alguns tomando chuva mesmo. A coisa só melhorou quando, abertos os portões, pudemos ficar embaixo da arquibancada, esperando que aquela água toda parasse de cair em algum momento qualquer. Conversa daqui, conversa dali, e nada de a chuva parar.

Quando entrei na arquibancada, 10 minutos antes das 16h, só o que consegui ver foi o gramado alagado e o meu lugar habitual, o primeiro degrau perto do muro lá de baixo, completamente submerso, com direito a neguinho com água pelos joelhos e outros até nadando naquele aguaceiro podre. Até desci um pouco para me certificar do ocorrido, e percebi então que o SPFC é um time tão à frente de seu tempo que já pensou em fazer uma piscina na arquibancada para alegrar o público. É a vanguarda leonor...

Chovia, chovia e chovia. E ficamos ali, embaixo da arquibancada, entre informações desencontradas e conversas sobre outros jogos disputados sob chuvas torrenciais. E meu medo, confesso, era que o jogo fosse adiado, sei lá, para a segunda-feira à tarde. Era a informação que corria, e então eu já comecei a pensar no malabarismo que teria de fazer para deixar o trabalho no meio da tarde de segunda para ir pra guerra. Meia hora de espera... e depois mais meia hora. Conversávamos sobre a possibilidade de adiar o jogo para outro dia, mas parecia mesmo não haver data disponível.

A chuva, que não parou um minuto sequer durante todo o dia, cessou em determinado momento e então a vanguarda leonor se fez notar mais uma vez. Em meio àquele cenário que um dia foi estádio de futebol, entraram em ação os modernos rodos do Jd. Leonor. Eram dezenas de sujeitos empurrando a água para as laterais do gramado, e eu só não sei dizer como foi que conseguiram fazer a drenagem dos bancos de reservas e dos vestiários – porque, segundo informações vindas pelo rádio, estavam eles também todos alagados.

De volta à arquibancada, notei então que meu lugar na arquibancada tinha reaparecido. Esvaziaram a piscina! Vejam só como são arrojados, pioneiros e diferenciados esses dirigentes do nosso inimigo: a piscina enche e esvazia muito rapidamente. É a modernidade, senhores. Aí, já com a água da piscina escoada para os setores inferiores (piscina com cachoeira, vejam que moderno...), pudemos descer e lá fiquei eu, um pé no primeiro degrau da arquibancada e outro apoiado no muro.

A visão dali é privilegiada, com o gol logo abaixo, os alienados um pouco à direita e todo o campo à esquerda. Isso, é claro, sem falar em todos os outros diferenciais do antro leonor: o buffet infantil seguia firme e forte, com seu moderno trenzinho entrando e saindo do campo; lá do outro lado, a academia parecia um ponto de encontro de gente mais preocupada em confraternizar do que com o jogo que aparentemente acontecia ali no gramado.

Ao jogo, portanto. Começo por dizer que houve respeito a todos os doentes que pagaram pelo menos R$ 40 para tomar toda aquela chuva e que por ali ficaram em meio à indefinição entre dirigentes, árbitros (agora tem mais dois para palpitar) e demais interessados. Se houve pressão da emissora que transmitia de TV, não faz muita diferença. Importante é que os torcedores de verdade, aqueles que enfrentaram todos os obstáculos para ir a campo, puderam assistir a um clássico à altura da história.

Palmeiras e SPFC foram a campo, cada qual exibindo o que podia. O SPFC abusou da velocidade de seus atacantes. Ao Palmeiras, couberam o esforço coletivo e as ilhas de talento tentando se sobressair para igualar o duelo. O empate, ao final, me pareceu ser o resultado mais justo, e o Palmeiras não poderia mesmo deixar o Jd. Leonor com uma derrota, tantas foram as chances criadas e tamanho foi o empenho de seus dois principais jogadores, Kléber e Valdívia, ambos lutando contra a falta de qualidade do restante do grupo.

Valdívia, Kléber e dali para Adriano. O gol do empate, suado, sofrido e molhado, premiou o esforço do time e a vibração dos nossos 3.600 guerreiros. Depois de tantos gols que deixaram de existir, o chute de Adriano, cruzado, rasteiro e seco, foi o chute que todos nós, molhados até a alma, gostaríamos de desferir contra aquele mau-caráter que personifica toda a sujeira do adversário. GOL, PORRA! Só sabe o que é essa felicidade quem vai a estádios e toma toda essa chuva à espera de um momento que pode ser único – como foi.

Do outro lado, a massa de alienados bambis ficou calada durante a maior parte do jogo, um pouco mais nos minutos finais, quando os visitantes tentávamos empurrar o time à vitória. E ela bem poderia ter vindo, para acabar de uma vez por todas com esse tabu que, admito, já incomoda há muito tempo, por mais que seja sustentado, todos sabemos, por muitos e clamorosos "erros" de arbitragem.

Se não veio a vitória, resta a certeza de que estaremos lá no Jd. Leonor em todas as próximas vezes, sempre prontos a defender o Palmeiras e a lutar contra o inimigo mortal. Foi assim em todas as últimas, e será assim sempre.

Com o passar dos anos, o clássico será lembrado por cada um de nós por todo o ambiente que o cercou: o início da chuva, ainda do lado de fora; a espera embaixo da arquibancada; as conversas com os amigos; as informações desencontradas; o temor de um jogo remarcado para segunda à tarde; a frustração por não poder encarar de frente o inimigo; os torcedores que não conseguiam chegar ao campo; a piscina no nosso lugar; o frio que veio em decorrência da chuva; o ódio sempre presente; a dificuldade para chegar à área adversária; o gol que trouxe alívio para o nosso lado; o clássico, enfim. E sempre haverá algum para acrescentar um detalhe aqui e ali.

Para encerrar, deixo um recado para os leonores: entendo que vocês, modernos, arrojados e visionários que são, queiram ampliar as opções daquilo que já foi um grande monumento ao uso particular do dinheiro público, mas já foram além da conta. Tudo bem que queiram construir dentro do estádio (?) bar, academia, livraria e até buffet infantil, mas o meu lugar na arquibancada eu ainda prefiro que seja só um pedaço de cimento e não uma piscina.

***

-O empate acabou sendo satisfatório em termos de pontuação, mas fica a sensação de que poderíamos ter ido além;

-O que tivemos depois do jogo foi mais um pouco do modus operandi do adversário: zagueiro analfabeto vindo a público inventar história, dirigentes apelando para ironias, pressão sobre a arbitragem já buscando vantagens no futuro etc. Logo eles, tão beneficiadas pela arbitragem e pelos fatores extracampo;

-A chuva mudou a prioridade, mas, antes do jogo, a ideia era escrever sobre o processo que destruiu a identidade dos clássicos paulistas. Fica para um próximo post;

-Os coxinhas estão cada vez mais restritivos, e agora o contato visual entre as duas torcidas antes do jogo não existe mais, com uma divisória que ocupa toda a Giovanni. Isso ao menos serviu para interromper o tráfego de veículos pesados na avenida que dá acesso ao nosso setor.

30 comentários:

cristian de latorre disse...

dia de guerra?classico do ódio?resistencia ao futebol moderno?encarar o inimigo mortal?concentração total?emissora cancer?o pais do futebol?

são umas das bravatas dentre muitas desse blogueiro...

ainda da tempo de acordar meu caro...

Atilio Della Benga disse...

Ah, Cristian... chupa meu pau! e vai ler a Folha...

Luan disse...

Tem problema não Barneschi, da pra entende sim, o jogo acabou tarde e tava aquela chuvarada. E para mim valeu a luta do time no fim do jogo buscando a virada. Tivesse mais 5 minutos o Palmeiras virava o jogo. E acho que só não viramos porque mais uma vez o bandeirinha deu um impedimento inexistente do Gabriel Silva em uma lance em que podríamos virar o jogo. Até daqui a pouco no post sobre o jogo..

Anônimo disse...

Acho muito bom que o time lute por resultado, mas porque não o faz desde o início???????

observação: Ontem foi lindo ver botos cor-de-rosa de perto!

Anônimo disse...

a bambi ficou descontrolada (alex silva) bora zuar ele.

twitter do individuo: http://twitter.com/#!/@alex_silva03

link da reportagem ele tirando onda c o Palmeiras e c Valdivia:
http://globoesporte.globo.com/futebol/campeonatos-estaduais/campeonato-paulista/noticia/2011/02/criticado-por-valdivia-alex-silva-revida-quero-ver-so-eu-e-ele.html

vamos humilhar ele…

Robson disse...

as cenas dos caras nadando na arquibancada precisam correr o mundo para mostrar qual a verdadeira face do panetone. apesar da blindagem global, que teve o imbecil do Cleber Machado fazendo questão de passar o jogo inteiro elogiando a drenagem, o país inteiro viu o que é o privadão, com suas piscinas na arquibancada e no banco de reservas e os canos que formavam cascatas d'agua. sem falar na falta de luz.

Cesar disse...

Esse La Torre é um imbecil msm!!

Ontem a melhor coisa que aconteceu foi o mundo inteiro ver que o Morumbi é um estádio ultrapassado, mal estruturado, e que não tem condições de abrigar uma Copa do Mundo...

Eduardo disse...

O babaca do "now hall" quer expressar opinião num espaço onde não concorda com nada...

Vai procurar sua turma, acéfalo!!!

Anônimo disse...

Sei que de fato é necessário uma postagem, para dissertar sobre o processo que destruiu a identidade dos clássicos paulistas, mas quando você se refere a isso, você mais ou menos quer dizer o que?
Lucas

Luan disse...

"O gol do empate, suado, sofrido e molhado, premiou o esforço do time e a vibração dos nossos 3.600 guerreiros. Depois de tantos gols que deixaram de existir, o chute de Adriano, cruzado, rasteiro e seco, foi o chute que todos nós, molhados até a alma, gostaríamos de desferir contra aquele mau-caráter que personifica toda a sujeira bambi. GOL, PORRA! Só sabe o que é essa felicidade quem vai a estádios e toma toda essa chuva à espera de um momento que pode ser único – como foi." Exato e perfeito! Muita chuva no lombo, muita espera, e mais 90 minutos onde só pode ter uma alegria- O GOL! O gol que dura apenas alguns segundos, mas compensa por todo o tempo e por toda chuva.

Luan disse...

"Se não veio a vitória, resta a certeza de que estaremos lá no Jd. Leonor em todas as próximas vezes, sempre prontos a defender o Palmeiras e a lutar contra o inimigo mortal. Foi assim em todas as últimas, e será assim sempre."
Belas palavras e parabéns por lutar sempre pelo nosso Palmeiras e representar os 18 milhões de alviverdes apaixonados pelo Palestra na arquibancada.

AVANTI PALESTRA!

Marcel MV disse...

"Oooo, oooo, todo viado nessa terra é tricolor... Tomou de 4, Mago zuou, chora bambizada, chora bixarada, chora tricolor..."

Barneschi, só pra confirmar, ficou decidido que a Negresco é a melhor ou pelo menos a primeira na cabeça do povo??? hahahaha

Abs

Lucas ABC disse...

Invejo aos que estavam lá, já estive na bancada de alguns jogos debaixo de chuva, inclusive no Palmeiras 2 x 1 São Caetano citado acima, com um gol, se não me engano, do falecido Alemão.

Pelo que vi na tv, 5 minutos seriam o bastante para a nossa virada, a bixarada sempre em choque quando tomam gol no final, o problema é que sempre o Palmeiras demora a acordar, mas estamos aí, não importa nem onde, nem como estiver, chuva ou sol. Sociedade Esportiva Palmeiras.

Nespoli disse...

Barneschi, esse é um dos jogos para guardar na memória sim, fiquei preso na Panamericana,depois na Rebouças e depois tudo parado na Cardeal, mas consegui chegar ao privadão as 16h30 e pra minha sorte tinham atrasado o inicio do jogo.

Até quarta

facirelli disse...

Barneschi,

O clássico de ontem, foi o típico jogo contra elas dos últimos anos. Jogamos melhor... mas elas acertam um chute do além (e que não vão acertar mais) e não conseguimos ganhar. Só faltou um roubo mais descarado da juizada....

Sobre chuva e jogos... Teve um Palmeiras x Rio Branco de Americana (bons tempos onde esta cidade só tinha um time) no Paulista de 93 ou 94.
Chouveu demais no Palestra... e o gol da vitória foi com Evair chutando bola, água e a poça pra dentro do gol do Placar/Ferradura. Só não me lembro se foi 1x0 ou 2x1...

E fique tranquilo, a vitória contra as meninas no Panetone virá ainda este ano no mata-mata do Paulista ou da Copa do Brasil.

Abraço,
FC

PS: acredito ser desnecessáiro, pois tenho certeza que você cobrirá isso em seu futuro post sobre os clássicos, mas entendo que muito se perdeu com a decisão ridícula de não dividir os estádios ao meio para cada torcida.
Outra coisa, é passar todos os jogos em TV aberta, mesmo sendo na Capital. Por último, tratam como um jogo qualquer, aquela preparação que víamos antes (entrevistas na concentração, TV acompanhando o ônibus em direção ao estádio, as notícias da semana em relação ao jogo, etc) não existe mais... já que rádios e TVs precisam preencher suas grades com programas excelentes como Faustão, Raul Gil, Datena, etc.

Forza Palestra disse...

O De Latorre será sempre o nosso amigo do “now hall”. Não tem jeito, cara. Você pode escrever o que for, mas será sempre lembrado por isso. Continue escrevendo suas bobeiras aí; quando eu me encher o saco, eu deleto essas merdas e tá tudo certo.

Quanto ao zagueiro analfabeto dos bichas, ele perdeu a chance de ficar quieto. Agora aguenta, cretino!

Resposta ao Lucas:
De certo modo, o Facirelli já colocou o ponto mais importante desse debate. Eu vou esmiuçar ponto a ponto, mas tem a ver com a atuação de promotores oportunistas, da própria PM, do poder público (leia-se Kassab) e especialmente do SPFW, que, ainda que sem intenção, conseguiu descaracterizar o clássico.

Resposta ao Marcel:
Fica aí a dúvida para o próximo jogo. Mas valeu a discussão!


Resposta ao Lucas ABC
Isso, cara. Foi esse do gol do Alemão. Uma chuva terrível lá em São Caetano. O jogo foi interrompido e tudo mais.

Resposta ao Facirelli
Verdade, cara. Você tem toda razão na análise feita sobre o clássico de ontem. Foi exatamente isso.
Quanto a esse jogo da chuva em 1993 ou 1994, não pode ter sido contra o Rio Branco: em 1993, nós empatamos com eles em 2 a 2 na primeira fase e depois enfiamos 6 a 1 na fase final; em 1994, empatamos em 1 a 1 no Palestra. Teve um outro jogo contra o Rio Branco, em 1996, que foi suspenso devido às chuvas e realizado em outro dia; mas aí vencemos por 4 a 1. Vou pesquisar isso nos meus arquivos e tento desvendar que jogo foi esse.

Valeu, Luan. Obrigado pelos comentários diários!

Anônimo disse...

Lembro-me de um jogo que choveu pra caralho, Palmeiras e Juventude no Palestra. O imbecil do Caio Jr. me entra com 3 volantes e consegue perder pro rebaixado Juventude.... Choveu que só a porra... De la torre, Pega no meu pau, balança que sai mingau sua puta...

AVANTI PALESTRA, fino alla morte

Casselli Carcamano

Marcelo Juchen disse...

Chuva, Chuva, foi nesse jogo:

Palmeiras 5X1 Santos - 1979

http://www.youtube.com/watch?v=6lHJ8zn9Pbc

Outra coisa que descaracterizou os clássicos são os uniformes:

Bambis - Todas de Branco
Palmeiras - Camisa Verde, Calção Branco e Meias Verdes Ou Brancas

E ninguém se enganava.

Anônimo disse...
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Forza Palestra disse...

E os comentários bambis parecem todos escritos por menininhas de 10 anos de idade...

Anônimo disse...
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Beto disse...

Como sou do interior não deu pra ir no jogo. O legal foi ver q mesmo pela TV só dava pra ouvir a torcida do Palmeiras. Calaram a bixarada direitinho no morumBI. Agora, a porra da Globo é muito filhadaputa mesmo. Qdo o jogo é bixas x gambás, a Globo não para de mostrar a galinhada. É todo momento mostrando aqueles filhosdaputas, mas qdo é Palmeiras, quase não se vê filmando a gloriosa torcida alvi-verde.

sandro.cabral disse...

Jogo memorável em dia de chuva: Palmeiras 1 x O Bragantino em 1992.
Com um gol de Cuca, no final do jogo no gol das piscinas, ganhamos moral para ir à final (após de 6 anos), batalha que perderíamos para as bichas.
Para quem não viveu essa época, o Bragantino (vejam vocês)era conhecido como nossa Asa Negra. Aquele gol de Cuca foi uma espécie de prelúdio do que viria no ano seguinte. Inesquecível.

abraço.....Sandro - Salvador

cesar disse...

Estava presente tbm no Clássico de 98 contra os gambás e no Anacleto Campanella em São Caetano, sem dúvida foram os jogos que eu fui que mais choveram, me lembro de certo momento no jogo contra os gambás de ver uma pequena "enxurrada" descendo das Arquibancadas, e olha que o jogo foi em Outubro!!

O jogo mais recente que eu me lembro de ter chovido bastante acho que foi os 4 X 1 contra o Santos no Palestra, não foi um temporal tão forte como ontem, mas a chuva encheu o saco!!

O jogo ontem era pra gente ter saído com a vitória, se tivesse mais 5 minutos ganhávamos, e seria mais memorável ainda!!

Luan disse...

Os velhos carcomidos e morféticos querem que as obras da arena Palestra sejam interrompidas.

AGORA QUE NOSSO ESTÁDIO ESTÁ EM RUÍNAS OS CUZUDOS QUEREM PARAR A OBRA??? EU NÃO CONSIGO ENTENDE QUE ESSAS PESSOAS QUEREM TANTO O MAL DO PALMEIRAS. NÃO QUERO DESEJAR MAL A NINGUÉM, SÓ QUE PEGUEM SUAS TRALHAS E SUMAM DO PALESTRA! SERES IMUNDOS.


ISSO ACABA COM O DIA DE QUALQUER UM...

facirelli disse...

Obrigado Barneschi e vc tem toda razão... foi no empate de 2x2 que caiu "A" chuva sobre o Palestra. Acho que o gol com poça e tudo do Evair foi o de empate. Consegui este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=M8EKS0UbcU8

Foi depois desse jogo que o Luxa indicou a contratação do Flávio Conceição.

Abraço,
FC

Eduardo disse...

Outro jogo memorável debaixo de muita chuva:

Paulista de 1992 - SEP 1 vs 0 sccp

http://www.youtube.com/watch?v=nUd_RanlQ8s

Golaço do matador Evair! Que saudade daquela época...

Luigi SEP 1914 disse...

Jogo com chuva: PALMEIRAS 2x0 são caetano, paulista 2001, estreia do "grande" muñoz...

Vai PALMEIRAS!

Anônimo disse...

Não foram piscinas.

OS bambis são tão avançados que tem consciência ambiental, muito valorizado em tempos de alterações climáticas, super "in":

Fizeram um viveiro pro boto-cor-de-rosa no panetone. Tinha um monte de menina lá molhando o rabo...

Abs

Gabriel, verde até o osso.

Anônimo disse...

O Evening Standart, jornal que circula de graça aqui em Londres, publicou um matéria de pagina inteira sobre o jogo! Eles citaram que o Felipão ficou puto por não terem cancelado o jogo. E que o Morumbi esta descartado para a Copa 2014! Abraços, Barney!
Kamarad