18 maio 2007

Ainda o Maraca

Aos poucos, é possível deixar de lado os momentos de pânico da noite do último domingo para abordar assuntos, digamos, mais sossegados.

Quero, ainda, escrever sobre o Maracanã.

Se o último post foi dedicado às cadeiras azuis que mataram a geral, este trata de todas as demais, verdes, amarelas e brancas. E mais.

Sou contra as cadeiras, todas elas.

Se as do Maracanã cumprem bem o papel de dar uma aparência uniforme ao Maior do Mundo, há a contrapartida: nada é mais bonito do que a uniformidade cinza-cimento das tradicionais arquibancadas.

Mais bonito, mais barato e, acima de tudo, mais confortável.

Aliás, é fácil notar porque a capacidade despencou: há um espaço de uns 12cm entre uma cadeirinha e outra. 12 cm! Entre cada cadeira! São milhares de pessoas impossibilitadas de entrar no Maior do Mundo.

Pra piorar, as cadeiras do Maracanã têm uma capacidade impar de acumular sujeira.

De longe não se pode notar. Mas, de perto, é aquela aparência melada, suja, nojenta...

Até entendo que aquele jogo de domingo era o quarto nos últimos cinco dias e tal, mas era uma sujeira já impregnada.

Querem mesmo receber uma Copa do Mundo por aqui?

Então precisam limpar aquilo.

E também o lado externo do Mário Filho, completamente abandonado.

Fiquei bastante mal impressionado com o estado de conservação da rampa da Uerj e das imediações da estação de Metrô que dá acesso ao estádio. Lixo acumulado, cheiro de urina, a marquise com a pintura descascada. Um desleixo total. Não deve ser muito diferente do que acontece do lado do Bellini.

Um pouco de limpeza não faria mal...

4 comentários:

Craudio disse...

Num fala mal do Maraca não que, do jeito que esse povo é, vão querer vir com aquele papo de novo de demolição...

filipe disse...

o maraca é o retrato da çoçiedade burrasileira

filipe disse...

o maraca é o retrato da çoçiedade burrasileira

Barneschi disse...

Eu jamais vou falar mal do Maracanã, japonês. As pessoas que defendem sua demolição deveriam ser fuziladas em praça pública.

O Maraca é o templo maior do futebol mundial.

O que eu escrevo é uma crítica às pessoas que o deixam naquele estado, tão abandonado.