12 abril 2013

Quando a torcida vai a campo
















Aqui não há marketing a nos apresentar. Não há populismo de fachada, nem identidade forjada, tampouco rótulos vazios. Não há apoio midiático - pelo contrário, e assim preferimos. Ninguém precisa dizer o que somos. Nós apenas somos. E fazemos. Aqui ninguém lança mão de discursos vazios como "jogai por nós" - a bem da verdade, nem se poderia pedir isso ao time que (não) temos. Aqui nós jogamos por nós mesmos. E jogamos pelo clube. Pela honra. Pela camisa. Pela história. Porque aqui é Palmeiras.

Avançamos, pois. Ainda sem time, e sem time continuaremos nas próximas batalhas que virão. Sabemos disso e, mesmo assim, avançamos - por pior que possa ser o desfecho disso. Venha quem vier, lutaremos mais. Ainda mais do que na terça passada. Ainda mais do que nesta última quinta. Porque o Palmeiras até pode cair - o que é provável -, mas para derrubá-lo vai ser preciso derrotar também a torcida que o carrega nas costas.

Seguimos em frente, senhores. De maneira tão inesperada quanto inesperados foram os tantos fracassos colecionados ao longo dos últimos anos - e que recomendavam cautela agora. Não que eles tenham ficado para trás, mas o que estamos vivendo agora, com tamanha sintonia entre time, torcida e estádio, é para fazer acreditar em um Palmeiras gigante como só o Palmeiras pode ser.

Que fique claro aqui: não se trata apenas da torcida. O que vivemos nessas duas noites épicas têm muito a ver com a força que veio da arquibancada, mas de nada adiantaria o nosso aguante se o time não entendesse o espírito. E de nada adiantaria se não tivéssemos aprendido, nós, eles e especialmente os dirigentes, que, em não havendo o Palestra Italia, a nossa casa é o Pacaembu.

Se a torcida protagonizou nesta quinta um espetáculo tão grandioso (e mais catártico) quanto o da semana passada, eis que os jogadores cumpriram o seu papel com maestria também. Sem exuberância, sem técnica, sem inspiração. Mas com uma dose de transpiração que, com boa dose de sorte, pode nos levar sabe-se lá até que ponto.

O time jogou com extrema inteligência (à exceção de um atleta*). Soube a hora de atacar e de se proteger (e se defendeu de maneira comovente, mesmo com um expulso). Soube dosar o tempo e esperar pelo gol. E soube também que, em alguns momentos, era preciso, acima de tudo, ter o espírito de Libertadores: cair no chão para ganhar tempo e esfriar o adversário; segurar a bola nas laterais e cozinhar o jogo com escanteios curtos (o camisa 29 foi monstro); dar de bico para qualquer lado; catimbar.

Foi uma noite épica, inesquecível, inenarrável. Comunhão total entre time, torcida e estádio. Que continuemos assim. Enquanto nos for permitido, os gritos da massa alviverde haverão de ecoar pelo vale do Pacaembu nessas noites de Libertadores.

Grazie a tutti!



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*Durante o jogo, claro, condenei a expulsão do camisa 11. O lance aconteceu bem longe, não deu para ver no detalhe, nem houve assim tanta reclamação. Enfim, parecia ter razão a arbitragem. Mas depois, vendo pela TV, me pareceu uma punição fora de propósito, ainda mais se considerarmos que o tal de Guiñazu, um completo animal, bateu a torto e a direito, bem a seu estilo.

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Chupa, São Caetano do Paraguay. Time sem torcida (e que se baseia apenas no poder político) tem mais é que se foder! E as atuais 11 participações consecutivas na Libertadores bem podem virar 22, mas de nada adiantará o respaldo das autoridades continentais enquanto essa merda de Libertad for um time sem torcida.

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As fotos, claro, são do genial Gabriel Uchida. Sempre ele. A primeira imagem captura um pouco da loucura que sentimos todos os pouco mais de 35 mil que fizemos desta noite de quinta-feira um capítulo épico da gloriosa história da Sociedade Esportiva Palmeiras.

32 comentários:

Jorge Mendonça 8 disse...

Irretocável!

Parabéns pelo texto!

Quem foi na arquibancada e viu de perto, sabe que o Caio foi um monstro mesmo!

Anônimo disse...

o que foi o caio na lateral direita segurando a bola como veterano? e o rolinho no paraguaio?

Jogo sensacional, texto sensacional.

Saindo de casa agora pra trampar, me sentindo superior aos demais, com minha super camiseta! De um super time e com um super orgulho.

Fran Andres disse...

Texto lindo que resume o momento lindo da história escrito ontem... Este jogo ocupará, com alguns outros que tive o orgulho e felicidade de acompanhar no estádio, um lugar em minha memória, no meu coração. Em vários momentos me arrepiei com a energia que rolava lá e que tanta felicidade deu aos milhares de palmeirenses que acompanharam no "Porcoembu" e aos milhões que o fizeram como se lá estivessem! Avante, Palestra!

Emerson Machado disse...

Perfeito texto, porém quero reduzir tudo a uma só palavra:

PALMEIRAS!

@ThiDurante disse...

Isso é Palmeiras!

Julio disse...

sensacional Barney, mais uma vez consegue traduzir todo nosso sentimento.

Obrigado!

Raul Martins Dias disse...

1. E de nada adiantaria se não tivéssemos aprendido, nós, eles e especialmente os dirigentes, que, em não havendo o Palestra Italia, a nossa casa é o Pacaembu. Felizmente a diretoria responsável por levar os jogos do Palmeiras a campos totalmente sem condições, especialmente Canindé e Arena Barueri, já está longe. Espero que não sobrevenham novas "brilhantes" ideias de outras canchas para mandarmos nossos jogos, ainda que, por herança da antiga gestão, tenhamos quatro jogos fora de SP por fazer quando a Série B começar.

2. O time não tem qualidade, mas joga com vontade e isso, geralmente, é muito mais importante. Que o diga o time do ano passado, que não mostrava nenhuma vontade, e o resultado nós todos vimos.

3. Quantos desses 35 mil estarão no Pacaembu no domingo, para o jogo contra o Guarani? Assim, só para saber.

Anônimo disse...

pintou o campeão!!!

rumo a marrocos!!!

kkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

Lindo texto, meu caro Barneschi! Tadução perfeita dos sentimentos que perpassam a alma de todos os palmeirenses. Houve absoluta sinergia entre a torcida e o nosso Exército de Brancaleone, e o que vimos foi um espetáculo de garra, suor, emoção, entusiasmo,paixão, amor incondicional,superação, solidariedade, e uma página épica como há muito tempo o futebol brasileiro não via! Isso é Palmeiras, esse é o glorioso Palmeiras! E é essa torcida apaixonada que deixa par todos os nossos opositores e inimigos o gosto de inferioridade! Ninguém apequena o Palmeiras! E, o amor dessa torcida por esse alviverde imponente se impõe sobre tudo e sobre todos! Paixão eterna pelo Palmeiras!

Bruno Furlaneto disse...

Ontem foi uma noite histórica para a palestrinidade. O que aconteceu após o apito final, a celebração do ESTÁDIO INTEIRO impressionou. Ninguém arredava o pé, nem mesmo o mais coxinha das cobertas.

Inesquecível.

-

Já havia comentado pelo twitter, mas fica aqui mais uma vez meu agradecimento ao autor do site e seus incríveis textos. Se vivo a arquibancada de forma intensa e frequente, muito devo ao Barneschi. Grazie!

FUNCHAL ALVIVERDE disse...

ALGUÉM DESTE BLOG AQUI JÁ DISSE:

RESPEITO: AQUI É PALMEIRAS, BANDO DE FILHOS DA PUTA

Elcio disse...

Só tenho uma coisa a dizer.
PUTA QUE O PARIU!!!!!!
Ontem me fez lembra a liberta de 2000.

Legal que dessa vez você falou do time também.
Parabéns pelo texto.

Mirandolla disse...

"Os 35 mil alviverdes nas arquibancadas entenderam a situação e viveram tudo intensamente.

Criou-se uma troca mágica, aquela que o futebol televisivo das arenas pretende destruir com suas formalidades, dos jogadores com os torcedores.

Um barulho ensurdecedor, incomum nos estádios brasileiros, tomou conta do Pacaembu"

Esse trecho que eu colei ai em cima saiu no blog do Birner (bambi)

Quer dizer, quando a atuação da torcida ganha destaque na mídia, é porque realmente houve algo diferente.

Leonardo disse...

Grande texto!

Grande vitória!

Grande noite!

Todo o esforço por estar ontem no Pacaembu valeu a pena e, se possível, faria o mesmo mil vezes mais. AQUI É PALMEIRAS, PORRA!

Ao apito final, vi no rosto de cada amigo na arquibancada uma expressão de tremendo alívio, como se todos tivéssemos passado por uma forte provação - o que foi exatamente o que passamos. A vitória contra o Libertad veio a custo de muita garra e luta.

Domingo é dia de voltar ao Pacaembu!

Leonardo Nakamura

Edsinho IV Centenário disse...

Prezado Barneschi, dessa vez, não propositalmente, esqueci o celular, assim como já havia acontecido com o Tigre, dessa vez comprei um radinho am-fm com reloginho, no estádio durante muito tempo só pegava a Radio Tupi, com patrocínio de padaria, restaurante, enfim algo fora dos padrões, demorou para conseguir sintonizar José Silvério. Isso sem falar que ao descer na Estação Paulista, próximo à Angélica, o mundo desabou, sorte que vi o ônibus do Verdão passando por ali. Pois bem, no caminho do Buim Bom, me ensopei ainda mais, sorte que tinha levado outra camiseta; troquei e de bico seco fui pro estádio, sem esquenta com os amigos do Dissidenti. Essa foi a minha epopéia, desde Itaquera, e depois na volta pra São Mateus, sobre o jogo, atmosfera, voce já relatou e não retoques. Na saída comprei-mais uma-bandeira- e lá fui pela Pacaembu, com outros tantos a cantar e a sorrir, até o metrô Mal. Deodoro. Barneschi, veterano que sou a acompanhar esse time-desde 1977 em estádios, digo com propriedade, emoção como a de ontem, só em 1979 no Maracanã 4a1 no Flamengo,e a decisão da Libertadores, houveram outros tantos,mas no estádio, esses foram tops. E pra terminar, ontem, cheguei no bairro,por volta de 23 hs,bebi algumas com vários amigos e ainda vi na madruga o tape na Fox.Valeu e Vamos Palmeiras!-obs.domingo de novo

Raoni Vilela Bastos disse...

Primeiramente parabéns pelos sempre excelentes textos Barneschi.

Este por sinal, impecavél e irretocavél, traduzindo em palavras o sentimento que só quem esteve presente pode sentir.
Uma noite épica! Onde os cantos e gritos da nossa torcida ecoarão por muito, muito tempo, em nossos corações e nos pesadelos dos adversarios.

E AQUI É PALMEIRAS, PORRA!

RobsonEdu disse...

A sensação de estar na beira do gramado (como se estivesse dentro),com uma torcida apaixonada em volta, gritando e cantando alucinadamente, é algo que transpõe o racional e dilacera a barreira da normalidade.
Ontem foi um desses jogos para a posteridade.Para o pai orgulhoso, contar ao filho a odisseia que é torcer por esse MONSTRUOSO TIME,chamado SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS.
Para dizer como a torcida ficou absolutamente enlouquecida durante os 90 minutos de jogo,e extasiada ao final da partida.
Não tenho ido ultimamente em muitos jogos,mas ontem confesso que senti uma enorme raiva desse descaso,pois lá da grade,todas a minhas lembranças foram reativadas no meu coração VERDE.
Parabéns pelo texto Barneschi,inspirador.

RobsonEdu disse...

A sensação de estar na beira do gramado (como se estivesse dentro),com uma torcida apaixonada em volta, gritando e cantando alucinadamente, é algo que transpõe o racional e dilacera a barreira da normalidade.
Ontem foi um desses jogos para a posteridade.Para o pai orgulhoso, contar ao filho a odisseia que é torcer por esse MONSTRUOSO TIME,chamado SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS.
Para dizer como a torcida ficou absolutamente enlouquecida durante os 90 minutos de jogo,e extasiada ao final da partida.
Não tenho ido ultimamente em muitos jogos,mas ontem confesso que senti uma enorme raiva desse descaso,pois lá da grade,todas a minhas lembranças foram reativadas no meu coração VERDE.
Parabéns pelo texto Barneschi,inspirador.

Anônimo disse...

Pois é...

Ainda bem que não temos mais aquele Scolari por aqui. Esse jogo teria sido naquele lugar maldito.. Barueri.

E você gostou da torcida? Você que tanto reclama quando o estadio lota, com aquela velha vontade de mostrar a todos o quão você é mais Palmeirense que os outros?

Pois é... precisa rever alguns conceitos.

De resto, acho o blog sensacional...

acreano disse...

Noite única.
Acompanho (no estádio) o verdão ha quase 2 anos e não me lembro de noite igual. A que pode chegar perto de comparação (na minha opinião), foi a volta da semi-final da copa do brasil contra o grêmio.

p.s: sensação maravilhosa de poder acompanhar o meu time de perto.

domingo tá ai.... teremos quantos mil contra o guarani??????

abraços

@anakan

Bruno Lauria disse...

Pena dos que não estiveram no Pacaembu. Noites como as de ontem fazem valer cada sacrifício fizemos (e seguiremos fazendo) e cada decepção que já tivemos.

Sentimento ao extremo. Palmeiras, cazzo!

Luiz Fernando Sanchez disse...

Barneschi,dei um grande abraço nesse cara da foto ele tava ajoelhado na minha frente no fim do jogo,não sei se essa foi sua intenção mas esse cara representa muito bem esse mito de que o gambá é o time do povo,o cara é negro,provavelmente não é rico(não me levem a mal)se essa foto fosse na torcida do Corinthians seria glamourizada até o fim do tubo e esse cara seria a identidade do "time do povo",essa imagem mostra que o Palmeiras é sim um time nacional foda-se que estamos perdendo torcida nossa torcida é muito diversa graças a Deus,por isso toda tentativa de elitização e abaixos assinados bizarros nos prejudicaria demais,parabéns a vc e ao Gabriel Uchida pela foto

César SEP disse...

Grande jogo ontem, e o que foi aquilo depois do apito final? Torcida cantando "Ae, o meu Palmeiras ganhou..." com a arquibancada inteira pulando, e logo em seguida o hino. Não sei se foi necessariamente nessa ordem, mas a torcida foi o 12º jogador, deu um verdadeiro SHOW na arquibancada.
PS: Guinazu bate até na mãe suahsuahs

Abs

Néspoli disse...

Barneschi,

texto sensacional. Espero que nossa torcida continue com esse espírito, que nada esta ganho e que esse time precisa muito de nós.

Quanto ao rapaz da foto, se não me engano, ele assistiu o jogo do Mirassol com a gente na sede, era o rapaz que chorava copiosamente após o 4º gol deles. Grandes histórias.

abraços e até domingo

SAMIR KELVIN disse...

Boa Noite amigos , GRANDE VITÓRIA !

Eu nunca senti nada igual em minha vida, e olha que ja vivi muita coisa nesses meus 20 anos ,foram 90 Minutos em que tudo parou e nada mais existiu ,a não ser a vontade de ver o PALMEIRAS CLASSIFICAR .

1x0 é Goleada e vamos as próximas Guerras na LIBERTADORES,
teremos batalhas pelo titulo paulista , que tambem é importante.
E o começo da "B" , nossa maior cruz nessa temporada , o sofrimento, mais iremos vencer.pois enquanto existir uma camisa verde com um P no peito nos gramados PENTACAMPEÕES MUNDIAIS .. ha de se haver RESPEITO !

OBS : Sou o Garoto da Foto ,sim sou pobre,masluto e trabalho (mesmo que no momento esteja desmpregado) pra manter minhas dividas pagas todo mes,pois meu pai me ensinou assim, a ser honesto e trabalhador.
Me Propus a estar muito mais próximo do Palmeiras nesse ano de 2013,pois o palmeiras precisa de nós, e me entreguei por inteiro ,me doei , sai fraco ontem do estadio , de tanto cantar e alientar o Palestra ,mas fui retribuido com uma grande vitória.
Sim eu estava no Dissidenti ,naquele maldito 26 de Março de 2013.

OBS 2 : Quando meu seguro acabar (Acaba mes que vem),pretendo entregar um curriculo para construir a Arena Palestra , seria algo que jamais iria esquecer, se alguem puder me ajudar ,seria Grato.

Obs 3 : Os Textos do Barneschi é inspirador , não consigo ficar sem ler nenhum dos posts desde 2009 ,quando eu começei a ler.
E os textos dele me moldou a ser um torcedor ,como sou hoje , e tenho muito a aprender ainda

e pra finalizar
" A TAÇA LIBERTADORES OBSESSÃO, TEM QUE JOGAR COM A ALMA E O CORAÇÃO "

Anônimo disse...

Sou Colorado, sou Gaucho, moro em Porto Alegre RS. Portanto, totalmente imparcial no que diz respeito sobre as torcidas paulistas( palmeirenses, corinthianos, saopaulinos e santistas). Tu olhando de longe, observando na tv e nos estadios( no meu caso o Beira Rio, quando o Palmeiras vem ao Rio Grande jogar contra o Inter.)tenho a nitida impressao de que a torcida palmeirense 'e superior em apoio, e fanatismo, em relacao a santista, corintiana e saopaulina. Se a torcida do Palestra pegar junto, bah, vai ficar ruim para os outros clubes da Libertadores. Parabens a gurizada que foi pra cancha na Quinta. Foi lindo, uma torcida indo as ganhas, afu, com sangue no olho...parabens. Sds Coloradas.

claudio longo disse...

Boa noite Barneschi, sou hoje mais velho, mas nunca me esqueço de Dezembro de 1974, quando no panetone do jardim Leonor, comemorei aos meus 14 anos, o gol de Ronaldo , desfilando mais uma continua catástrofe nos malditos e fétidos, gambas que completavam 23 anos de fila, pois a torcida sempre foi o maior legado do Palmeiras, fator que sempre demonstra de forma objetiva e clara a força vinda das arquibancadas, de geração a geração, e parabéns pelo texto que resume uma realidade!

Anônimo disse...

Pra variar,outro excelente texto Barneschi!!! Mas é uma pena que nossa diretoria ,não jogue junto com nossa torcida,e nos de pelo menos dois jogadores de qualidade.....é o mínimo

Ivan disse...

Sai de Valinhos sem ingresso, algum oportunista haveria de roubar meu lugar. Felizmente consegui adentrar ao estádio. Não merecia ficar de fora dessa...
Havia pelo menos 2 mil pessoas para fora, na praça, nos postos ou nos bares. A atmosfera ontem estava fantástica.

Como escreveu Cosme Rimoli em seu blog, o Pacaembu virou uma filial do inferno.

Nós somos a filial do inferno. E vamos infernizar até o final.

Saudações!

Raoni Machado disse...

PARABÉNS AOS QUE INCENTIVARAM OS 90 MINUTOS!
Nos merecemos a vitoria. Nao querendo se ranziznza e nem querendo me achar mais torcedor que ninguem, mas pq nao vamos nesta "vibe" em todos os jogos?

Domingo Guarani e semana que vem ITU!
Vamos ganharPorco!

Raoni Machado disse...

PARABÉNS AOS QUE INCENTIVARAM OS 90 MINUTOS!
Nos merecemos a vitoria. Nao querendo se ranziznza e nem querendo me achar mais torcedor que ninguem, mas pq nao vamos nesta "vibe" em todos os jogos?

Domingo Guarani e semana que vem ITU!
Vamos ganharPorco!

GilMackoy disse...

Noite sensacional, torcida sensacional, texto sensacional.

Só o Palmeiras pode proporcionar isto.