11 janeiro 2008

E mais essa agora?

A revista Trivela de janeiro (conteúdo não disponível na internet, apenas na edição impressa) traz uma reportagem intitulada "Show me the money". Transcrevo abaixo o lide, mais do que suficiente:

"O Campeonato Brasileiro deverá ter uma novidade na temporada 2008. Em todas as rodadas de fim de semana, uma das partidas será disputada às 11:00 da manhã de domingo. E por que motivo os jogadores poderão ter que atuar sob o sol do meio-dia? Para satisfazer a vontade do mercado asiático de exibir partidas do Brasileirão no nobre horário local."


Diz ainda a reportagem que os clubes lucraram U$ 1,5 milhão em 2007 com a venda dos direitos de transmissão para o exterior. U$ 3 mi, na verdade, mas metade fica com a emissora câncer. U$ 1,5 milhão para 20 clubes? É dinheiro de pinga!!!

23 comentários:

Craudio disse...

De novo plagiando o Luydy:

FODA-SE OS JAPAS!!!

Raça de filho da puta.

Rodrigo disse...

Acaba de admitir que é chileno...

filipe disse...

Mercado asiático?
Que merda é essa?

Forza Palestra disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Forza Palestra disse...

Com todo respeito aos japoneses (e chineses e coreanos) - tenho amigos nessas condições todas -, é aquele povo babaca que aplaude qualquer merda em um jogo de futebol. Aliás, só sabem aplaudir.

E compram camisetas do Beckham, o farsante. E resolvem torcer pelo Man Utd ou pelo Real Madrid só porque são clubes de grife. E aí a grife aumenta por causa dessa idolatria oriental. Uma babaquice sem tamanho. Pau no cu deles!

Querem jogos às 11h? Que paguem R$ 100 milhões para cada clube. Dinheiro é o que não falta pra esse povo...

Craudio disse...

Não, Almeida. Eu sou brasileiro. Aliás, considero Hiroshima e Nagasaki muito pouco. Tinha que ter matado tudo!!!

E depois jogava umas duas na água que é pra dar um tsunami na porra da ilha e matava quem sobrou afogado.

Forza Palestra disse...

Seria Craudio o novo Luydy?

Craudio disse...

Muitas galhofas pra cima de mim nesses dias...

Jamais serei um novo Luydy. Só me exalto quando falam dessa cultura nociva que é a oriental. Bando de mané machista, conservador e pedante.

Experimenta ir numa festa do Clube Ypê pra entender o que eu estou falando...

As únicas coisas positivas que vêm do Japão são comida, video-game e seriados de super-herói.

Rodrigo disse...

"As únicas coisas positivas que vêm do Japão são comida, video-game e seriados de super-herói."

Luydy, pq vc está usando a conta do Japonês?

luiz - Uberlândia disse...

só um jogo?

isso sim, é uma gota no oceano..

e Rodrigo, a propósito, U$ 1,5 mi de dólares, divididos por 20, dá R$ 127.500,00. De graça.

Tal quantia é o equivalente, por exemplo, a 6 meses de salário de um jogador de bom nível (Pierre, por exemplo).

E lhes garanto: para um jogador profissional, jogar às 11 da manhã ou à meia-noite é quase a mesma coisa. O condicionamento físico é de alto nível, não fazendo, praticamente, nenhuma diferença.

Poderia ser melhor? claro. Lembra de Churchill?

abraços verdes,

Luiz, Uberlândia.

filipe disse...

Japonês, ALGUNS seriados, acho.
Comida com certeza, mas eu não troco uma bela feijoada de verdade por um barquinho de peixe cru com arroz e paninhos quentes.

Luiz, é dinheiro de pinga.
Tem direito de imagem, etc etc, e a emiçôra câncer sequestraria boa parte da verba de pinga. É um roubo, portanto.
E, Japonês, acrescenta aí que os caras são verdadeiros corsários. Sempre foram, basta atentar-se à história de sete mil anos da China, por exemplo. É inspirador para um cara vinte vezes pior que um Adolf e um Benito juntos elevados ao quadrado. Criminosos.
E estão ajudando a afundar o futebol brasileiro, que se deixa afundar. A postura brasileira é a da permissividade. É um laissez-faire entortadaço, que serve não para que haja atividade (econômica, política, futebolística), mas para que quem detenha o controle da atividade possa abusar de suas prerrogativas egoista e predatoriamente.
"A culpa é nossa", diríamos. Assim como quem assina o contrato do clube com a emiçôra câncer é um culpado imbecilmente. Claro. E a culpa é de quem colocou e sustentou esses idiotas ali. Evidente! Esse problema, nessa nossa tentativa de sociedade, é essencial. Precisamos aprender a lidar com a competência.
Ou estamos fadados a não aproveitar chances assim de ganhar dinheiro de verdade. Quando vendermos nosso futebol pra quem tem dinheiro pra caralho, vendermos direito. Poderíamos sustentar todos os clubes só com dinheiro de venda de direitos de transmissão. E não mais agradecer que pelo menos um mês de folha salarial esteja garantido pra todos os clubes. Vendendo quantos jogos for. Falemos então do senhor Winston.

Ah, sim, para o profissional não deverá haver qualquer problema com relação ao horário de trabalho. Treinos, palestras, jogos, para ele, não tem horário pra acontecer. Isso é fato.
O problema mesmo está em tirar o cidadão de casa em uma hora que não é a hora de ir ao estádio, só porque uma emiçôra câncer quer.

Mercado asiático é o caralho!

Luiz - Uberlândia disse...

Filipe,

por san gennaro!,

"estão ajudando a AFUNDAR o futebol brasileiro" porque pagam R$ 127.000 para cada equipe por apenas 1 jogo por semana? que que é isso, gente..

só insisto nesse meu ponto de vista aqui porque sei que estou falando com gente muito inteligente (sinceramente, até mais do que eu). (quando fui a São Paulo agora, no final do ano passado, estávamos passeando de carro nas redondezas do shopping que tem o parque da mônica - esqueci o nome - e minha esposa me perguntou: 'você acha que um frentista aqui em SP deva ser mais inteligente do que um frentista em Uberlândia?' respondi que SIM; para sobreviver em SP ele é OBRIGADO a ser mais inteligente do que o frentista de Uberlândia, onde a vida é um pouco mais fácil..)

Mas voltando aqui pro chão, contei a história acima para dizer que confio - e muito - na inteligência de vocês, senão eu não estaria aqui interagindo, muito mais para aprender do que para aporrinhar (o que, infelizmente, tenho feito nos últimos dias).

Esse papo de "emissora câncer", "viva che", "morte ao capitalismo selvagem", etc., é muito bacana na teoria, gente. Na prática, não.

Nosso país ainda engatinha na vida. Lembro-me que morei em Londres no início da década de 90 e, até hoje, vejo chegando as coisas por aqui que lá eu vía, há 18 anos atrás..

se vendemos hoje "barato", e isso é verdade, pelo potencial do campeonato, amanhã pode melhorar. O que não dá é para ouvir gente inteligente falando a língua do zé-povinho lá do bar.

O futebol brasileiro não está "afundando"... 3 dos 4 melhores do mundo são brasileiros. Nossas equipes NÃO PERDEM para praticamente nenhum time europeu. Um botafogo na vida é capaz de desafiar um River Plate na argentina ou um Sevilla na espanha, e vencê-los. Nosso futebol, ao contrário, está em ascensão, lenta, mas está. Exportamos jogadores todos os dias. Boas receitas. Bom produto de exportação.

Tem coisas erradas? muitas. Tem coisas ruins? diversas (conforto, segurança, bares e banheiros em estádios são bons exemplos). Mas as coisas vão se ajeitando. Quando engatinhávamos, fazíamos as necessidades nas fraldas. Hoje, um pouco mais velhos, embora um ou outro continue fazendo, a maioria já sabe onde fazer o cocô.

Isso é o nosso País. Ainda engatinhando. Aprendamos a nos adequar às realidades do mercado. Aprendamos que TUDO NA VIDA EXIGE BOAS E SACRIFICANTES CONTRAPARDIDAS.

Churchill lives!

abraços verdes,

Luiz, Uberlândia.

Filipe, te vejo nas terças.

filipe disse...

Pois é, caro Luiz. Tudo o que eu disse não tem nada a ver com "che vive" ou qualquer esquerdismo. Pelo contrário. Retifica esse escravocratismo liberalóide. Pergunte ao Winston.

A emiçôra câncer afunda, sim, o futebol, meu caro. E o "mercado asiático" se aproveita disso tudo.
Nós, permissivamente, deixamos, e depois de 2014 não vai ter como reclamar mais.

Luiz - Uberlândia disse...

Ainda penso ser um privilégio o "mercado asiático" se dispor a nos pagar para nos assistir, pedindo em contrapartida um (01) mísero jogo às 11, por semana.

pelo pouco que sei, o campeonato italiano não segue os horários clássicos, tendo jogos em horários absolutamente diferentes.

pelo muito que sei (ou penso sabaer), não faz nenhuma diferença do ponto de vista clínico e prático um jogador de futebol profissional jogar 01 partida por mês às 11 da manhã.

emissora câncer por que? porque paga barato? Não haveria uma compensação pela receita do patrocinador da camisa, que paga uma bala? não haveria como negociar um contrato um pouco melhor? Esse é sim o pior modelo, depois de todos os outros..

Quando estávamos nadando em dinheiro e em títulos, ninguém reclamava (época do patrocínio da Parmalat).. O mesmo para os cUrintianUs, quando estavam nadando em títulos e em dinheiro (Hicks, agora MSI, etc) também ninguém nada dizia..

Taí a festa da Torcida do Flamengo, p.ex., que compareceu, cantou e vibrou às 18,10 (que eu me lembre, contra Grêmio e Santos) e correu tudo bem, conquistaram o que buscaram e quebraram recordes.

Por fim, tenho lido aqui respeitosas, articuladas e inteligentes opiniões de "como ficaremos" ou "o que será" do futebol brasileiro depois de 2014. Sinceramentee, não tenho opinião formada. Mas pensando positivamente, penso que haverá na verdade uma grande inclusão. Gente (brasileira) que não liga ou nem ligava para futebol começará a se interessar. A princípio, nada de mal nisso. Nós, os fanáticos, NÃO SOMOS OS DONOS, OS PROPRIETÁRIOS DESTA MÁGICA FESTA.

E o "mercado asiático" é mais uma aquisição do futebol brasileiro. Não um mal.

Se o sr. pensa que R$ 175.000 é pouco dinheiro por 01 jogo por mês às 11, vai tocar um time prá o sr. ver... Mesmo num time grande, a dificuldade financeira é sempre presente.


Tomara que venham melhores contratos com os china, só isso.


VAleu Filipe,
te vejo na Rede TV, a rede que mais cresce no Brasil.


abraços verdes,

Luiz, Uberlândia

filipe disse...

"Gente (brasileira) que não liga ou nem ligava para futebol começará a se interessar". Que bom, Luiz.

Só não venham pra arquibancada.

E NÃO TENTEM ACABAR COM ELA.

Pois é isso que a emiçôra câncer faz.

E reitero tudo o que escrevi anteriormente, tornando a sugerir que converse direito com o senhor Winston.

A dificuldade tem raiz na mediocridade, Luiz. Você entende isso. Se tratasse do futebol como produto, extinguiria a figura do empresário na hora. Os dirigentes não só seriam profissionais, como formados para isso.
Mas não, Luiz. Interessa aos grupelhos que ele continue medíocre. Corjas criadas na permissividade.

No mais, afunde seu sofá em qualquer canal, como quiser. Mas não perca seu tempo me procurando na tevê.

parmera disse...

hahahha arregaçou mineiro!!!
tem mano aqui que por ter o privilégio (e dependendo do time do infeliz, seria infortúnio)de assistir ao jogo de seu time do coração no estádio, se julga mais torcedor que outro que por motivos logísticos óbvios não possa estar presente fisicamente.
Ê papo trouxa sô!
eu quero que pegue fogo no curintias, pode arrotar soberba, mas esse ano é série B e acabou, se foderam!!

Forza Palestra disse...

Luiz, meu amigo,

Você continua sem entender qual é o ponto central de toda essa discussão.

Em primeiro lugar, torno a repetir: U$ 1,5 mi para 20 clubes é dinheiro de pinga. Não dá nem para bancar o sistema de irrigação do estádio.

Ainda assim, vou tentar explicar mais uma vez o porquê de eu insistir tanto neste tema.

Diz você que “apenas 1 jogo por semana” é uma contrapartida justa.

Ao que vem a minha réplica:

1. Não tem de haver contrapartida alguma. Se houvesse um mínimo de decência, os jogos aconteceriam nos horários em que sempre aconteceram e a TV se adequaria a isso. É o que a emissora do bispo se dispôs a fazer. É o que acontece em grandes eventos, sem que haja rabo preso com a emissora câncer;

2. Você fala em “apenas 1 jogo por semana”. Pois bem, é exatamente por esta permissividade que as coisas chegaram ao estágio atual. Se antes – e eu me refiro não aos anos 60 ou 70, mas aos 90 –, os jogos aconteciam às 20h30 de quartas ou quintas e às 16h de sábados e domingos, as coisas degringolaram aos poucos, por iniciativa da emissora câncer. Breve retrospectiva:

2a. Leve em conta que, na primeira metade da década de 90, o futebol era transmitido apenas aos sábados à tarde na Globo. Jamais aos domingos. Menos ainda durante as semanas, exceção feita às grandes decisões. Domingo era dia de macarronada da mamma e jogo às 16h. Sem TV!;

2b. Eis que a emissora câncer resolveu inventar o horário noturno durante a semana. Das 20h30, os jogos foram deslocados para 21h30. Depois 21h40. Aí 21h45. E, pra que ter vergonha?, 21h50. Daí para 22h é um passo, como já aconteceu algumas vezes. É um crime contra o futebol!;

2c. Já que deu certo (menos gente nos estádios e mais gente com a bunda no sofá), inventaram o horário de domingo. Primeiro às 19h, depois do Faustão. Não deu muito certo e recuaram para 16h. Até aí ok. Mas a ganância do canal fechado era maior: nasceram os horários alternativos, 18h10 à frente;

3. Tudo isso foi possível por conta dessa permissividade que você julga correta. E aí 2008 desponta com este provável cenário para o Brasileirão:
3 jogos às 16h (todos no domingo)
6 jogos às 18h10 (3 no sábado e outros 3 no domingo)
1 jogo às 11h de domingo.
Como você pode notar, meu amigo, não temos “apenas 1 jogo” em horário estranho. São 7!!! SETE! 70% da rodada foi desfigurada por conta dessa permissividade;

4. Sou contra os jogos às 11h também pelos jogadores e pelo nível do espetáculo, mas essencialmente por tirar o torcedor de casa no horário errado!;

5. A questão, portanto, não é de fazer um outro sacrifício, mas sim de uma total descaracterização dos horários tradicionais do esporte. E quem paga o pato não é o sofá, mas sim o torcedor de arquibancada. Uma coisa é enfrentar horários absurdos de vez em quando; outra, bem diferente, é passar por isso em quase todas as rodadas;

6. A cultura da arquibancada, como sempre bem levantado pelo Filipe, deixa de existir. E é pena que você não consiga vislumbrar os desdobramentos disso;

7. É bom esclarecer: você jamais verá aqui, ao menos da minha parte, algum comentário elogioso a Che Guevara ou a qualquer ícone esquerdista. Até porque o assunto aqui é um só: FUTEBOL!;

8. Mais uma coisa: o futebol italiano mantém seus horários tradicionais. Há, é fato, um jogo noturno na rodada para a TV. Mas sempre foi assim. Não é uma quebra de tradição.

Abraços

luiz - uberlândia disse...

Tenho plena e tranquila consciência de que vocês (na grande maioria) não me consideram 'palmeirense' (nem com aspas, nem sem aspas). Isso não muda nada para mim quanto à amizade que tenho e sempre terei com o querido Rodrigo e com o Vítor.

Sempre serei seus amigos, mesmo porque essa opinião (que acho ser a que paira em vossas subsconciências) parte de homens livres. Isso para mim já basta para continuar a respeitar suas opiniões, sempre.

Embora eu me ache, sinceramente, um grande Palmeirense. Olha, sou Cônsul do Palestra na Região do Triângulo Mineiro, cujo título medieval me foi concedido pelo Iulstre Sr. Olavo Reale. Para sustentá-lo, pago uma taxa nada barata por ano. Ah, só compro produto oficial e adquiro também o pay-per-view.

Já solicitei por carta que me enviassem cópia do Estatuto, para saber se posso votar para o conselho e se posso ser votado, oportunidade na qual batalharia por uma vaga numa chapa de conselho, no futuro. E vcs. sabem: quando posso, vou a são paulo para assistir a jogos.

bom, digo tudo isso porque relendo o bom artigo transcrito pelo Rodrigo, de lavra do jornalista Marcos Alvito, aliado aos comentários que ocorreram depois da transcrição, conclui, entre outras conclusões, que do reverenciado artigo extrai-se a conclusão que cheguei lá em cima: a de que caras como eu NÃO PODEM ser considerados 'torcedores, fiéis, fanáticos', já que não vão (ou não podem) ir ao estádio. Tipo do cara que assiste aos jogos pela televisão.

do mesmo reverenciado artigo, percebo que lá paira em certo preconceito (palavra muito forte e inapropriada, de verdade, mas não encontrei outra) com os novos-ricos que passaram a frequentar os estádios.

pelas opiniões que vêm ocorrendo, relativamente à copa de 2014, há também uma certa restrição quanto à inclusão de gente brasileira que não liga para futebol poder dele e a ele despertar bom interesse.

Essa gente, para vocês (novos-ricos, televinos e pseudo-desinteressados) é lixo - EM TERMOS DE FUTEBOL.

Daí, ficam procurando culpados para justificar a gradativa diminuição de pessoas com essas características - operários de classe média e fanáticos por futebol - das pleiades nos estádios.

Tanto que não explicaram ou não tiveram argumentos quando citei a grande festa promovida pela torcida do flamengo no Brasileirão-07, quando às 18,10 hs. da tarde comparecerão legiões de ricos, pobres, pretos, gordos, turistas, fanáticos, curiosos no maracanã e fizeram a maior festa, num grande congraçamento.

O mesmo para o Grêmio nas semi e finais da libertadores do ano passado. Tudo quanto é jogo depois das 22 e todo mundo feliz lá no sul..

21 milhões não é pouco, pode ser barato (até concordo, em razão do que representa a Sociedade Esportiva Palmeiras nos índices de audiência), mas pouco não é.

R$ 127 mil reais não é pouco. É uma puta grana sim. Que serve demais para qualquer clube brasileiro. Pode ser barato, mas pouco não é. É um bom dinheiro e foi o PRIMEIRO CONTRATO, poderá ser melhor negociado nos próximos anos.

Por fim, Rodrigo, realmente a citação de "che guevara" etc. foi inapropriada. Desculpe-me. Acontece que eu leio umas coisas do tipo "fora asiáticos!", etc e fico lembrando daquele monte de besta que ostenta placas, faixas, etc de "fora bush"... Só porque o professor de história moderna do cursinho colocou na cabeça do indigitado jovem que os estados unidos são o lobo mau e nós somos a chapeuzinho vermelho.

o presidente dos estados unidos, seja ele um preto, uma mulher, um gordo, o bush senhor da guerra, etc deve ser recebido no nosso país, sempre, com as maiores honras e com todo o respeito. Devemos com a referida autoridade negociar apoio militar, trocar tecnologia militar, inovações da medicina, da energia, negócios mercantis. Sentar e negociar. Só isso. Amadurecidamente. E nunca ficar gritando "fora bush" com camisetinha surrada do che guevara, mas, se olharmos bem, o cara tá de tênis nike, celular samsumg e calça us top.

O mesmo vale para o futebol: "fora asiáticos, isso, aquilo"; "fora globo, isso, aquilo" etc., é, na minha opinião, uma grande besteira. Estamos engatinhando enquanto nação. Estamos ainda aprendendo a negociar cifras, é verdade, mas a coisa vem melhorando a cada ano e as contrapartidas deverão sim existir, como em tudo na vida.

abraços verdes, sinceramente.

Luiz, Uberlândia.

Ah!, Filipe, te vejo SIM nas terças e nos sábados, na REDETV, a rede que mais cresce no Brasil. Farei questão de ficar olhando para a cara de todos os 'filipes', sofrendo as argruras (como eu sofri) da segundona. Assistirei a TODOS os jogos que eu puder, do meu confortável sofá, torcendo por mais um rebaixamento..KKKK! terceirona nos CUrintiÂnus!!!

filipe disse...

Você leu o que quis, Luiz. Releia.
Como "embaixador" porco do triângulo mineiro, aspirante a qualquer cargo, deveria pelo menos ter uma interpretação mais refinada.

Identifique no meu argumento ou no do Barneschi qualquer coisa que sustente a sua assertiva "a de que caras como eu NÃO PODEM ser considerados 'torcedores, fiéis, fanáticos', já que não vão (ou não podem) ir ao estádio", assim como aquele outro que parece teu alter ego "afirmou".
Você não pode, depois de tudo o que foi dito aqui, deizer coisa do tipo ""fora asiáticos, isso, aquilo"; "fora globo, isso, aquilo" etc., é, na minha opinião, uma grande besteira".
Demonstrou, mais uma vez, que não entendeu qual é o problema real, como é dito pelo Barneschi logo acima.

E se você vai dar sua audiência para o jogo do Corinthians, meu caro, é problema seu com você mesmo.
Como "embaixador" se mostra um corneteiro, por tudo o que diz. Depois fica com esse mea culpa, dizendo que alguém aqui falou que você, sendo "embaixador", não é fanático...

PARMERA disse...

PAU NO TOBA DO CURINTIA!!

Forza Palestra disse...

Luiz,

A questão não é essa. Nem de longe. Ninguém aqui está se achando superior a ninguém, até porque a nossa argumentação é toda voltada a um bem comum, ao esporte que é popular por excelência. Julgar-se superior (ou melhor, como queira) é uma postura bastante elitista, algo que não combina com nossos ideais.

E ninguém aqui precisa provar nada pra ninguém, meu caro. Fique tranqüilo quanto a isso...

Vou agora tentar humildemente responder a outros temas levantados por você:

1. Festa da torcida do Flamengo: o horário das 18h10, meu caro, não é proibitivo. Há, eu admito, até uma certa vantagem nele, pois permite que o almoço de domingo seja mais extenso. Continuo preferindo o horário das 16h, mas o das 18h10 não é assim tão cretino. Por sinal, é até bom para os padrões cariocas. Leve em conta, por exemplo, que nos tempos pré-exploração global, o Campeonato Carioca sempre teve seus clássicos às 17h. Maracanã, 17h. Muito por ser uma cidade praiana e por ter uma dinâmica toda diferenciada. Se tivesse o privilégio de morar no Rio - e ainda terei, acredite -, não veria os jogos às 18h10 assim com tanto preconceito. Daria para passar o dia na praia, mandar um belo almoço tardio e seguir, de Metrô, para o Maior do Mundo. No caso específico do Flamengo neste último Brasileiro, há uma explicação bem lógica - mas nada racional - para toda aquela festa: amor. O torcedor ama seu time e vai ao estádio qualquer que seja o horário. O horário das 18h10 não chega a representar um empecilho, mas é certamente incorreto do ponto de vista da tradição;

2. Caso Grêmio e Libertadores: a questão aqui é outra. Não é Grêmio, nem Palmeiras, nem SCCP, nem bambis, nem qualquer outro time. É Libertadores. É sinônimo de estádio lotado, seja qual for a situação e o horário. O clima é outro, a motivação é outra. Se você colocar o jogo às 2h da manhã, o torcedor vai. Se ele volta para casa? Aí é outra história. Mas ele vai. Todo o resto é secundário. Libertadores é Libertadores!;

3. Mais um detalhe: o Craudio, que xingou os japoneses, é, por incrível que pareça, japonês. Dos menos japoneses, é fato. Mas é japonês. E certamente não é comunista por imposição do professor do cursinho. Não tenho procuração para defender o cara - e discordo politicamente de muitas idéias dele -, mas ele tem essas idéias loucas por vontade própria.

Abraços

Craudio disse...

Bom, se falou de mim eu não li. Há tempos parei de ler esses longuíssimos comentários cornetas. No fim, sou mais o Luydy e o parmera. Pelo menos são caricaturais.

E continuarei, até o fim da vida, pregando o fim da comunidade nipônica, ao menos na sua cultura extremamente conservadora e hipócrita...

luiz - uberlândia disse...

Rodrigo meu amigo, beleza.

Força Palmeiras!

Luiz, uberlândia.